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Júbilo como moeda

  • Foto do escritor: un-onfam
    un-onfam
  • 22 de jan.
  • 2 min de leitura

O Júbilo como Moeda Corrente

Uma nova lógica econômica para uma nova humanidade

Durante milênios, a humanidade organizou sua economia em torno da escassez, do acúmulo e da competição. O capital físico tornou-se o centro da vida social, e com ele vieram as mazelas conhecidas: pobreza estrutural, inveja, ódio, doenças psicoemocionais e a perda progressiva do sentido de viver.

O Projeto Utopia Edeneana (UE) propõe uma inversão silenciosa — porém profunda — dessa lógica.

As Centrais de In-formações

No modelo UE, as Centrais de In-formações não compram mercadorias, mas adquirem in-formações.

O critério de valor não é financeiro, e sim a relevância, a coerência e o potencial transformador dessas in-formações para a vida humana e coletiva.

Aqui, o conhecimento deixa de ser instrumento de poder e passa a ser bem comum estruturado.

As Centrais de Insumos

As in-formações validadas são transferidas às Centrais de Insumos, onde se transformam em:

técnicas,

métodos,

tecnologias,

produtos,

processos regenerativos.

O saber deixa de ser abstrato e passa a gerar aplicabilidade real, retornando à sociedade em forma de utilidade, autonomia e bem-estar.

O Navegante do QV e o CONTATOS

O indivíduo — chamado no UE de navegante do QV — não é um consumidor passivo.

Ele utiliza os insumos, compartilha experiências, gera novas in-formações e as devolve ao sistema por meio do CONTATOS, fechando assim o ciclo econômico vivo.

Esse ciclo não é linear nem exploratório. Ele é recursivo, colaborativo e evolutivo.

A transição econômica essencial

À medida que esse sistema amadurece, ocorre uma transformação natural:

a necessidade de acumular capital físico diminui

o medo da escassez perde força

o acesso ao saber se amplia

a cooperação substitui a competição predatória

O que cresce não é o dinheiro — é o júbilo.

O júbilo como moeda

No UE, o júbilo passa a ser a verdadeira moeda corrente.

Não como emoção superficial, mas como estado de coerência entre indivíduo, sociedade e propósito.

Onde o júbilo cresce:

a inveja se dissolve,

a pobreza perde base,

o ódio deixa de se sustentar,

muitas doenças encontram regressão natural,

o sentido de viver retorna.

Não por imposição ideológica.

Não por controle estatal.

Mas por otimização do próprio sistema humano.

Síntese

Quando o valor econômico passa a ser medido pelo grau de júbilo gerado,

o acúmulo deixa de ser necessidade

e a abundância deixa de ser promessa.

Ela passa a ser consequência.

Projeto Utopia Edeneana

Construindo uma economia de sentido, coerência e júbilo.






















 
 
 

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