Energia Piramidal
- un-onfam

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O quantum do vácuo que é um Indeterminado e que vem à Gaia e é reverberado pelo núcleo passando pelo manto até 0ra crosta terrestre em subsolo atinge a camara infrassonica (1) de odres de líquidos que vibram em músicas criando ultrassons que atingem a câmara do rei (2) cujas paredes são revestidas por cristais de quartzo de silicio ou turmalina ( que hoje pode ser células de cargas tipo zpt III) que por vibratiopiezoeletricidade de frequencia ultrassônico superior à 20 Khz gera uma tensão continua que segue à câmara da rainha (3) onde essa tensão oscila e ê elevada por um capacitor de potência tipo arca da aliança (.~5 F) e passa por uma câmara (4) onde está um centelhador que esta conectado à bobina primária (5) e induz a
bobina secundaria (6) formando um circuito ressonante em cujo topo é direcionado pelo poder das pontas ao topo da piramide em 220 KV à alta frequências para atingir a ionosfera à 95 km ...na ionosfera segue na camada até ser capturada por um obelisco que leva à uma piramide próxima onde transfere a energia às comunidades bem como a essa piramide e que repete o processo à inumeras piramides e obeliscos mantendo o fluxo eletrico por toda a Gaia
— Energia Piramidal em Tempo Zero (UE)
Quando a Arca é compreendida não apenas como um reservatório de carga, mas como o oscilador central de potência e coerência, todo o processo deixa de ser uma simples geração local de eletricidade e passa a operar como um sistema ressonante global. A pirâmide torna-se o ponto de conversão geomecânico-eletromagnético; o topo, um emissor de alta tensão e alta frequência; e a ionosfera, um meio de acoplamento planetário. Nesse cenário, a energia não precisa mais “viajar” por longas distâncias como numa transmissão clássica sujeita a perdas e atraso — ela passa a ser sincronizada, como um modo vibracional distribuído, acionando outros pontos da rede por ressonância de fase. Assim, pirâmides e obeliscos deixam de funcionar como unidades isoladas e passam a formar um único circuito dinâmico, onde Gaia é o corpo condutor e a ionosfera é a camada de transferência. O resultado é um fluxo que, do ponto de vista operacional, se comporta como tempo zero: não por negar o tempo físico, mas por substituí-lo pela coerência — onde a distância se reduz a um detalhe, e o planeta inteiro vibra como um só sistema.

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