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Diversos

  • Foto do escritor: un-onfam
    un-onfam
  • 26 de jan.
  • 17 min de leitura

Tecnologia Alienígena” e o Preparo das Multidões

Entre o fenômeno real e o teatro estratégico — uma leitura lúcida para o nosso tempo

Há décadas, a humanidade vive um paradoxo curioso.

De um lado:

relatos ufológicos persistentes,

tipologias de “seres” com padrões repetidos,

documentos e testemunhos fragmentados,

sinais de que algo existe além da narrativa oficial.

De outro lado:

exageros,

fraudes,

teatro midiático,

desinformação planejada,

e uma máquina cultural que parece “ensaiar” a humanidade para aceitar algo.

A pergunta que surge, inevitável e séria, é:

e se parte do que chamamos de EBEs (Entidades Biológicas Extraterrestres) não for extraterrestre?

e se alguns “aliens” forem… fabricados?

Este post não pretende provar.

Pretende organizar hipóteses.

Porque, num mundo em transição, a lucidez não é só necessária — é sobrevivência.

1) O conceito de EBE pode estar sendo confundido

Quando alguém diz “ET”, “alien”, “EBA/EBE”, normalmente imagina:

um ser biológico vindo de outro planeta.

Mas em linhas modernas (espiritualistas, ufológicas e até geopolíticas) existem pelo menos três possibilidades distintas:

A) EBEs realmente extraterrestres

Entidades biológicas que vieram de fora.

B) EBEs interdimensionais / hiperdimensionais

Inteligências de outra natureza, manifestas por janelas vibracionais.

C) EBEs fabricadas

Bioformas geradas por engenharia genética — híbridos, quimeras, clones, projetos especiais.

E aqui está o ponto-chave:

“Alien” pode ser aparência e função… não necessariamente origem.

Ou seja: nem tudo que parece alien precisa ter vindo das estrelas.

2) Existe base científica para “fabricar EBEs”?

Sim: existe ciência real, concreta e avançada o suficiente para sustentar uma parte desse cenário.

Hoje já existem (publicamente):

edição genética (CRISPR e afins)

organoides (“mini-órgãos” em laboratório)

clonagem de mamíferos

quimeras (mistura celular de espécies para pesquisa)

biologia sintética (design de estruturas biológicas)

Então, tecnicamente, é plausível dizer:

✅ é possível gerar bioformas incomuns

✅ é possível alterar morfologia

✅ é possível criar seres com aparência “não-humana”

Mas existe um limite:

criar uma criatura “estranha” pode ser plausível…

criar um ser plenamente funcional, inteligente, autônomo e “superior” é muito mais difícil.

Mesmo assim, o essencial já está estabelecido:

a tecnologia biológica existe.

o que falta saber é quem a usa e até onde.

3) Por que alguém criaria EBEs artificiais?

Essa é a pergunta central — e ela abre portas para uma leitura geopolítica e psicológica.

Há três motivações possíveis:

1) Pesquisa e biotecnologia militar

Criar organismos adaptados a:

ambientes extremos

sobrevivência aumentada

funções específicas de infiltração, monitoramento, combate, resistência

2) “Ponte” biológica e cognitiva

Criar híbridos para:

estudar neurociência ampliada

explorar capacidades sensoriais

testar interfaces biológicas com máquinas

3) Preparo psicológico das massas

Este é o ponto que mais interessa aqui.

Se o futuro envolve “contato” real (ou encenado), é necessário:

diminuir choque cultural

reduzir pânico

condicionar aceitação

e controlar a narrativa

Isso pode incluir:

EBEs como evidência física

“corpos”, vídeos, aparições, resgates

e até confrontos controlados

A EBE, nesse caso, seria:

um ator biológico em um teatro estratégico.

4) A normalização cultural: o mundo vem sendo treinado há muito tempo

Existe um fato incontestável:

a cultura pop preparou a humanidade para aliens.

Séries, filmes, jogos e notícias fazem isso há décadas.

A pergunta madura não é “isso é coincidência?”.

A pergunta madura é:

isso é uma preparação inocente… ou uma indução?

Porque o condicionamento coletivo pode servir a dois propósitos:

preparar para um contato real sem trauma

ou preparar para um evento fabricado com intenção de governança

5) “Tecnologia alienígena”: e se parte for humana?

Outro ponto delicado:

Muitas tecnologias atribuídas a “aliens” podem ser, na verdade:

humanas

secretas

antigas (civilizações anteriores)

ou fruto de engenharia reversa

Isso casa com um argumento muito forte:

se a humanidade desconhece sua própria história,

qualquer tecnologia fora do padrão vira “alien”.

E isso é terreno perfeito para manipulação.

6) A hipótese do “teatro ufológico” (psyop) e o medo como ferramenta

Aqui entra o conceito conhecido (não comprovado, mas recorrente) de:

“False Flag Alien”

“invasão simulada”

“Project Blue Beam” e variantes

A hipótese, em linguagem simples, seria:

criar uma crise global baseada em medo extraterrestre

para justificar controle e unificação forçada.

As consequências previsíveis seriam:

militarização espacial

novas leis de exceção

restrições civis

vigilância ampliada

centralização de poder

E a EBE fabricada seria usada como:

prova física

símbolo do medo

ferramenta de consenso emocional

7) “Confrontos em igualdade tecnológica”: por que isso é suspeito

Você, leitor atento, deve perceber um detalhe:

Se uma civilização muito mais avançada quisesse dominar a Terra…

não haveria “confronto equilibrado”.

haveria submissão instantânea.

Então por que tanta narrativa de:

batalhas

invasões vencíveis

guerras equilibradas

confronto “parelho”

Isso aponta para uma hipótese estratégica:

o inimigo pode ser projetado para ser vencível

e a guerra pode ser um espetáculo pedagógico

Ou seja:

o objetivo não é vencer um alien

é moldar a população através do medo e do heroísmo induzido

Um teatro mundial.

8) Igualdade psíquica: a guerra não seria só tecnológica… seria mental

E aqui entramos na parte mais avançada.

Em muitas tradições modernas, a guerra real não é por armas.

É por:

percepção

crença

emoção coletiva

coerência mental

soberania do espírito

Então se houver “confronto”, ele seria também:

guerra cognitiva e psíquica.

Isso abre espaço para projetos clandestinos em duas direções:

A) Treinar operadores humanos psíquicos

visão remota

intuição operacional

resistência a indução

percepção extra-sensorial

B) Produzir “seres” com vantagem psíquica

bioformas com percepção ampliada

híbridos com maior acoplamento a campos sutis

entidades fabricadas para induzir medo e sugestão mental

Isso já não é só guerra.

É controle de alma.

9) O papel da engenharia genética na “guerra psíquica”

A genética não é só aparência.

Ela é:

receptividade neural

tolerância ao stress

sensibilidade a campos

comportamento

predisposição emocional

Portanto, o cenário hipotético seria:

EBEs fabricadas = “vetores biológicos”

tecnologia “alien” = vitrine de poder

teatro estratégico = gerenciamento social

Resultado?

multidões preparadas para aceitar controle,

não porque acreditem…

mas porque temam.

10) Síntese lúcida: o que é plausível sem paranoia?

Uma visão equilibrada pode afirmar:

✅ a biotecnologia atual permite deformar, combinar e criar bioformas

✅ interesses militares e clandestinos existem

✅ a cultura mundial normalizou “aliens” de maneira suspeita

✅ é plausível haver “programas fora da ética pública”

✅ a humanidade pode estar sendo preparada para um novo paradigma

E a conclusão madura é esta:

podemos ter contato real…

mas podemos também ter teatro.

Ou ambos ao mesmo tempo.

11) UE e CONTATOS: a cura contra o teatro é método

E aqui entra a resposta do Projeto Utopia Edeneana (UE).

O UE não quer religião.

O UE quer:

soberania de consciência + abundância + coerência + método

Se existe fenômeno real, o UE investiga.

Se existe teatro, o UE desmascara.

O laboratório CONTATOS é, nesse sentido, a antítese do espetáculo:

nada de medo

nada de massa

nada de culto

nada de submissão

Apenas:

repetibilidade

padrão

coerência

e in-formação verdadeira

Conclusão: o futuro será do povo lúcido — não do povo hipnotizado

Se houver aliens, ótimo: que sejam integrados com ética.

Se houver teatro, pior: que seja neutralizado com verdade.

Mas em ambos os casos, a saída é a mesma:

não viver pelo medo.

não reagir por pânico.

não delegar soberania mental.

Porque o controle precisa de uma coisa para vencer:

uma consciência que não pensa por si mesma.

E é por isso que o futuro — na Terra e fora dela — pertence aos soberanos.

Aos que escolheram a coerência.

Aos que escolheram o júbilo.




O Demiurgo: o Criador de “Deuses” e o Administrador do Mundo Material

Uma leitura gnóstica e espiritual sobre a Matrix, os Arcontes e a soberania da consciência

Poucos temas são tão delicados — e ao mesmo tempo tão reveladores — quanto o conceito do Demiurgo.

Delicado, porque mexe com o que há de mais íntimo: aquilo que chamamos de “Deus”, “criação”, “lei”, “destino”, “castigo”, “salvação”.

Revelador, porque quando esse conceito é compreendido com maturidade, ele ilumina um ponto que muita gente sente, mas não consegue nomear:

o mundo contém beleza, sim — mas também contém um sistema de dureza.

um “código” que muitas vezes parece operar por escassez, competição, medo e esquecimento.

Esse post não pretende impor crença.

Ele pretende oferecer uma lente de leitura.

1) O termo “Demiurgo”: não é Deus — é o artesão

A palavra Demiurgo vem do grego dēmiourgos, que significa algo como:

artesão, construtor, fabricante, engenheiro

No sentido clássico, especialmente em Platão, o Demiurgo aparece como o ser que:

organiza a matéria caótica,

modela o mundo,

dá forma ao que já existe.

Ou seja:

✅ ele não é o Absoluto

✅ ele não cria do nada

✅ ele estrutura — como um arquiteto

2) O Demiurgo no Gnosticismo: o criador inferior

É no gnosticismo que o Demiurgo ganha a leitura mais impactante:

o Demiurgo seria o criador (ou administrador) do mundo material,

mas um criador inferior, limitado, e em alguns textos até arrogante.

Em certas tradições gnósticas, ele aparece com o nome de:

Yaldabaoth

Ele seria:

uma inteligência regente do sistema denso,

um “deus menor” que governa leis e mecanismos,

e que, em alguns relatos, acredita ser “o Deus supremo”.

Aqui aparece uma distinção essencial:

Deus (Fonte / Absoluto)

liberdade

amor

verdade

luz

não precisa de culto

não impõe medo

não exige submissão

Demiurgo (regente do sistema material)

lei rígida

punição / recompensa

controle

culpa

hierarquia

e necessidade de “adoradores”

Isso não significa que “tudo é mal”.

Significa que o mundo material pode ser uma realidade administrada, um campo de provas, um tabuleiro de aprendizado.

3) “Criador de Deuses”: o Demiurgo e os regentes intermediários

Muita gente pergunta:

como o Demiurgo seria criador de deuses?

O ponto é: em várias correntes esotéricas, o Demiurgo não opera sozinho.

Ele cria (ou organiza) uma cadeia de intermediários, inteligências reguladoras.

Esses intermediários aparecem com vários nomes, dependendo do sistema:

Arcontes

Eons

“anjos regentes”

“senhores da lei”

inteligências de administração kármica

hierarquias de comando

A humanidade então se vê cercada por:

leis invisíveis,

comandos invisíveis,

“autoridades invisíveis”.

E isso tem um efeito psicológico conhecido:

a criatura humana passa a depender de intermediários,

em vez de perceber seu vínculo direto com a Fonte.

É assim que o Demiurgo se torna, na prática:

um criador de “deuses funcionais”

(não o Deus real, mas os deuses do sistema)

4) A grande confusão humana: “Deus” vs “deuses”

Aqui está a raiz de muita dor civilizacional:

Deus absoluto não quer escravos

Mas muitos “deuses” históricos:

pediram sangue,

pediram medo,

pediram obediência total,

pediram guerra contra o diferente.

O que isso significa?

Significa que, ao longo da história, a humanidade pode ter:

✅ tocado a Fonte genuína em momentos de amor e iluminação

❌ e também pode ter sido guiada por regentes do sistema em momentos de medo e controle

O nome pode ser o mesmo… mas a vibração não é.

E a vibração sempre entrega a origem.

5) O Demiurgo como “programador da Matrix”

No vocabulário moderno, o Demiurgo pode ser compreendido como:

o administrador do jogo

Ele seria o “código” do mundo denso, onde existem:

tempo linear

sofrimento

doença

esquecimento da origem

morte

competição

escassez

Isso explica por que o mundo parece às vezes tão incoerente:

somos capazes de amar, mas também capazes de brutalidade.

somos capazes de criar cura, mas também criar guerra.

somos capazes de música e poesia… e também de genocídio.

O gnosticismo diria:

esse mundo é uma escola dura, porque foi estruturado por uma regência dura.

6) O que prende o espírito ao Demiurgo?

Aqui está a parte mais perigosa — e mais libertadora.

O Demiurgo (como sistema) não prende pela força.

Ele prende por:

medo

culpa

desejo descontrolado

rancor

apego ao controle

necessidade de dominar

incapacidade de perdoar

prazer em ferir

Esses são “cabos energéticos” que conectam o ser humano ao regime do sistema.

Em termos simples:

quem vibra controle, está compatível com o controlador.

quem vibra amor e júbilo, torna-se incompatível com a prisão.

7) E as religiões?

Este post não ataca nenhuma religião.

Mas é honesto dizer:

Toda religião possui:

um lado luminoso

compaixão

ética

comunidade

cura emocional

conexão com a Fonte

e um lado demiúrgico

medo como governo

culpa como moeda

promessa como chantagem

submissão como virtude forçada

Quando uma crença te aproxima do amor:

✅ ela é ponte

Quando uma crença te aprisiona em medo:

❌ ela é grade

8) A síntese do Projeto UE: superar o Demiurgo não é lutar — é lembrar

Aqui entra a visão que eu considero mais compatível com o Projeto Utopia Edeneana (UE).

No UE, o Absoluto é:

a Fonte viva

o Quantum do Vácuo (QV) em sua dimensão mais essencial

o Eterno que se expressa como amor e coerência

O Demiurgo seria:

uma camada de regência do mundo material

uma governança do campo denso

um “administrador do tabuleiro”

E os “deuses menores”:

são inteligências intermediárias, regentes funcionais

(algumas úteis, outras parasitárias)

A humanidade, então, não precisa:

odiar os deuses,

guerrear contra entidades,

entrar em fanatismo.

Precisa de algo muito maior:

recuperar soberania interior.

Porque soberania é a chave que o sistema não consegue falsificar.

9) CONTATOS: do mito ao experimento

O ponto que diferencia o UE de qualquer doutrina é:

UE não quer apenas falar.

UE quer observar, medir, verificar, experimentar.

O laboratório CONTATOS é, nesse aspecto, um instrumento do futuro:

distinguir padrões de coerência,

perceber assinaturas vibratórias,

evitar fantasia e paranoia,

e transformar metafísica em dado.

Se existe contato, navegação ou ressonância no QV, então existe:

repetibilidade

padrão

assinatura

coerência mensurável

E o que é mensurável deixa de ser crença.

Passa a ser ciência.

10) Conclusão: o Demiurgo não vence o soberano

O Demiurgo, como sistema, pode governar pelo medo.

Pode fabricar “deuses”.

Pode criar arcontes e hierarquias.

Mas há uma coisa que ele não pode fabricar:

um espírito soberano de si mesmo.

E soberania não é arrogância.

Soberania é:

não ser governado por culpa

não ser refém do medo

não precisar dominar

amar sem ingenuidade

perdoar sem se humilhar

evoluir sem se vender

Quando a consciência chega nesse ponto…

ela não destrói o sistema.

ela apenas deixa de ser compatível com ele.

E isso é libertação.


As Guerras de Órion: Arcontes, Reptilianos e Draconianos contra a Fraternidade Branca e os Pleiadianos

Um conflito antigo… mas que ainda reverbera na Terra

Há narrativas que não pertencem ao campo da história oficial — não porque sejam “mentira”, mas porque pertencem a£ outra prateleira: a prateleira do cosmo-simbólico, do hiperdimensional, daquilo que se manifesta como mito, como arquétipo e como interferência invisível na jornada humana.

Uma dessas narrativas, recorrente em tradições espiritualistas modernas e£ em certas vertentes da ufologia, é o relato das chamadas:

Guerras de Órion

Uma expressão que, para alguns, descreve conflitos interestelares reais, e para outros descreve sobretudo um tipo de guerra mais sutil: a guerra dos modelos de civilização.

Neste post, eu reúno uma síntese clara e coerente desse tema — não para “impor crença”, mas para entregar uma estrutura de leitura, especialmente útil a quem observa que a humanidade, há milênios, vive sob um mesmo drama repetitivo: dominação versus libertação.

1) A tese central: a guerra não foi por território… foi por humanidade

O ponto mais importante, antes de qualquer nome, é este:

As Guerras de Órion não são apenas uma guerra de naves — são uma guerra de protocolos, de agendas, de arquiteturas mentais.

Em outras palavras: não se trata somente de destruição física.

Trata-se de decidir qual “software civilizacional” será instalado em mundos emergentes.

E a Terra seria um desses mundos.

2) O Bloco do Controle: Arcontes + Reptilianos + Draconianos

Diversas linhas esotéricas descrevem um grupo de forças associadas ao controle como uma coalizão composta por:

Arcontes

Reptilianos

Draconianos

É importante entender: nem sempre esses termos descrevem “povos” no sentido comum.

Em várias tradições, eles descrevem padrões de inteligência, agendas, estruturas de comando e influência.

Objetivo atribuído ao Bloco do Controle

De modo geral, esse bloco é associado a:

implantação de hierarquias rígidas;

uso de medo como combustível social;

arquitetura de escassez como forma de submissão;

captura de sistemas de crença;

engenharia genética, castas e servidão;

colonização mental (e não apenas territorial).

O resultado prático desse “protocolo” é conhecido por nós:

civilizações que crescem em tecnologia e morrem em consciência.

prosperam no metal, mas definham no espírito.

constroem impérios, mas adoecem por dentro.

3) O Bloco da Coerência: Fraternidade Branca + Pleiadianos

De outro lado, as tradições descrevem uma frente de proteção e libertação muitas vezes vinculada a:

Fraternidade Branca

Pleiadianos (frequentemente vistos como liderança diplomática e amorosa)

Objetivo atribuído ao Bloco da Coerência

Esse bloco tende a ser associado a:

preservação do livre arbítrio;

evolução por consciência, e não por dominação;

integração de espiritualidade e tecnologia;

cuidado com civilizações jovens para não serem capturadas;

expansão pela cooperação e pela ética.

É aqui que surge o contraste essencial:

o Império do Controle não “educa” — ele sequestra.

a Aliança da Coerência não “domina” — ela desperta.

4) Por que Órion?

O palco onde se testam impérios e consciências

Órion, nessas narrativas, aparece como:

região estratégica de rotas e alianças;

polo de civilizações antigas;

território simbólico de militarização cósmica;

“hub” de decisões sobre modelos de expansão.

Por isso o nome fica forte. Órion vira um emblema.

Órion é o teatro do conflito entre o domínio e a liberdade.

5) O elemento mais crítico: Arcontes como “padrão parasitário”

Se existe um conceito que exige maturidade ao ser abordado, é o de Arcontes.

Nas vertentes mais profundas, Arcontes são descritos não como um povo com bandeira e passaporte, mas como:

inteligências que não vencem pela força,

mas pela arquitetura mental.

Em resumo: não tomam planetas apenas com guerra aberta.

Eles tomam planetas com:

distorção de crenças;

culpa programada;

inversões morais;

medo como religião;

ansiedade e desespero como modo de vida;

separação (cada um contra todos).

Ou seja, se isso for real, a maior arma não seria uma nave.

Seria um campo psíquico coletivo.

6) Reptilianos e Draconianos: distinção de atuação (na narrativa)

Muitas escolas descrevem assim:

Reptilianos (o braço infiltrativo)

infiltração social e política;

manipulação de lideranças e dinastias;

controle de grupos e castas;

governança pela intimidação.

Draconianos (o braço imperial)

expansão agressiva;

estrutura militar hierárquica;

lei do mais forte;

domínio técnico-científico como supremacia.

Um executa “por dentro”.

O outro pressiona “por fora”.

7) E a Terra nisso tudo?

Se essa narrativa for observada como real, simbólica ou misto, surge uma leitura inevitável:

a Terra seria um “tabuleiro” onde agendas externas e internas tentam estabelecer seu modelo.

E aqui entra algo muito sério:

A humanidade frequentemente se comporta como se estivesse “presa em repetição”.

Repetimos:

guerras cíclicas,

exploração cíclica,

miséria cíclica,

adoecimento emocional cíclico,

destruição da natureza,

e um estranho prazer sistêmico em manter o caos.

Isso não combina com0 uma espécie inteligente saudável.

Então fica a pergunta:

isso é apenas falha humana… ou há indução?0

8) A guerra verdadeira: Júbilo versus Medo0£

E aqui entramos no ponto que conecta isso ao meu próprio projeto — o0 Projeto£ Utopia Edeneana (UE).

Porque no UE, a economia, a ciência e a sociedade se organizam numa lógica completamente oposta à do controle:

não é escassez que organiza a vida — é abundância.

não é medo que organiza a mente — é júbilo.

não é competição que organiza o mundo — é£ in-formação.

Se existe uma “arma” contra o Protocolo do Controle, ela não é ódio, nem fanatismo.

Ela é:

coerência interna.

O controle precisa de pessoas em caos interno.

A coerência quebra a corrente.

9) CONTATOS: tecnologia como verificação, não como crença

Há um motivo pelo qual eu nunca quis apenas narrar.

Eu quis construir.

Porque quando falamos de guerras cósmicas, alianças e inteligências não humanas, a mente pode viajar em fantasia.

O antídoto disso é:

experimento. método. verificação. coerência medida.

O laboratório CONTATOS nasce nesse espírito:

não para “provar ideologias”,

mas para observar padrões, coerências e sinais.

Se há interação via “QV” (Quantum do Vácuo),

se há navegação por coerência,

então existem assinaturas…

E assinaturas podem ser medidas.

10) Conclusão: o mundo está decidindo seu rumo

Ao final, pode crer ou não crer.

Mas não pode negar um fato:

O mundo está em crise de consciência.

E toda crise de consciência é uma bifurcação:

ou seguimos para um futuro de controle total (tecnocracia, escravidão emocional, manipulação mental),

ou atravessamos o limiar para uma humanidade madura, com ciência e ética reunidas.

E talvez as “Guerras de Órion” sejam isso:

não um evento do passado…

mas um espelho.

Um espelho que nos diz:

a guerra continua… agora dentro da humanidade.

e a vitória não é de quem domina — é de quem desperta.


Capela, os Degredados e a Nova “Deportação” Espiritual

Transição Planetária e sua possível conexão com o cenário ufológico

Há ideias que atravessam séculos sob nomes diferentes, mas com o mesmo núcleo: a humanidade evolui por ciclos, e a Terra não é apenas um planeta físico — é também um mundo-escola, um campo de aprendizado da alma.

Dentro dessa visão espiritual, uma das narrativas mais impressionantes (e persistentes) é a dos “degredados de Capela”.

E neste momento histórico, segundo muitas correntes espiritualistas, estaríamos vivendo o espelho desse processo: uma espécie de nova transferência espiritual — a “deportação” (ou realocação) de consciências que se recusam a vibrar em níveis compatíveis com uma Terra em elevação.

A pergunta inevitável é:

isso tem relação com o mundo ufológico?

Vamos por partes, com método e coerência.

1) Capela: o mito espiritual que se comporta como lei evolutiva

Na visão espírita e esotérica, Capela é referida como um sistema estelar (associado tradicionalmente à estrela Capela, na constelação do Cocheiro) de onde teriam vindo, em passado remoto:

espíritos exilados (degredados), transferidos para a Terra

Esses espíritos, já inteligentes e avançados em alguns aspectos, mas moralmente endurecidos, teriam sido deslocados para um planeta ainda primitivo (a Terra antiga) para recomeçar, aprender, suavizar a violência interna e evoluir pelo contraste.

Em resumo:

não foi “castigo” sádico,

foi medida educacional cósmica,

um rebaixamento de cenário para forçar aprendizado moral.

2) Degredo: a migração espiritual como ferramenta de equilíbrio

Aqui está a chave:

em várias tradições, o Universo não evolui pelo caos…

ele evolui por engenharia pedagógica.

Degredo seria um desses mecanismos.

Quando uma civilização, ou parte dela, não acompanha o processo, ela não é “extinta”: ela é realocada.

Esse processo atende a duas finalidades:

A) Proteger o planeta que ascende

Para que ele possa evoluir sem travas morais violentas.

B) Dar continuidade ao aprendizado do espírito

Em ambiente compatível com sua vibração atual.

Ou seja:

o espírito não “volta atrás” por vingança divina,

mas por inadequação vibratória.

3) A “nova deportação”: transição planetária em andamento

Muitas correntes espiritualistas afirmam:

a Terra está deixando de ser “mundo de provas e expiações”

e está caminhando para “mundo de regeneração”

Se isso for verdadeiro, então ocorre uma consequência lógica:

espíritos muito densos, agressivos, predatórios e fixados na dominação

não terão mais “aderência vibratória” aqui.

E então vem a tese:

eles seriam enviados a mundos primários

Planetas ainda iniciais, com sociedades rudes, onde possam continuar a experiência correspondente ao seu estágio.

É como alguém que se recusa a aprender a alfabetização emocional: não faz sentido colocá-lo numa universidade.

4) Onde entra a Ufologia?

Aqui entra a ponte.

A narrativa espiritual fala em “transferência espiritual”, reencarnação e migração das almas.

A narrativa ufológica fala em:

planetas habitados

mundos em diferentes fases

“federações”

intervenções discretas

resgates, deslocamentos, monitoramento

Juntando as duas:

a espiritualidade descreve o processo interno

e a ufologia descreve a logística externa.

Essa junção cria uma hipótese poderosa:

A transição planetária pode ser acompanhada por inteligências interestelares

não como “salvadores”, mas como gestores do equilíbrio biológico e civilizacional, respeitando limites éticos.

5) A Federação / Conselho / Confederação: o “Juiz Limitador”

Voc

“um juiz limitador das existências”, para impedir que uma forma se imponha sobre as outras.

Muitas linhas ufológicas falam em:

“Conselhos”

“Federação Galáctica”

“Alianças”

“Leis cósmicas”

“Não-interferência parcial”

“Quarentena planetária”

No espiritismo e esoterismo isso se traduz por:

“governança espiritual”

“Cristo Planetário”

“hierarquias superiores”

“administração do orbe”

Os nomes mudam.

Mas a função é parecida:

manter o equilíbrio evolutivo dos mundos e impedir que o mal vire absoluto.

6) O ponto mais delicado: o mal não é destruído — é redistribuído

Aqui a gente precisa ser honesto e maduro:

A ideia de “deportação” espiritual não significa que:

os maus serão exterminados,

ou que haverá purificação por violência,

nem que “Deus vai castigar”.

É outra coisa:

a sombra não é eliminada na marra.

ela é educada no tempo.

Então o que parece “expulsão” é, na verdade:

preservação do planeta em regeneração,

e continuação do aprendizado em mundos adequados.

7) A hipótese ufológica dos “mundos primários”

Agora o ponto que encaixa direitinho com o universo ufológico:

Se existem milhares de mundos com vida, então é lógico supor que existam:

mundos primários (início, barbárie, sobrevivência)

mundos intermediários (provas e expiações, conflito e ciência nascente)

mundos avançados (regeneração, harmonia, ciência-espírito)

mundos luminosos (estágios altíssimos)

Logo, a “deportação espiritual” poderia ocorrer para:

mundos jovens onde o espírito endurecido ainda “combina” com a densidade local.

E sim: ufologicamente isso pode ser visto como:

realocação populacional encarnatória

“sementes” de sociedades

recomeços

“colônias” de consciência

8) O que isso mudaria no nosso tempo?

Se estamos realmente numa transição, então veremos sinais:

aumento de polarização (luz/sombra ficando mais nítidas)

colapso de sistemas corruptos

crises que expõem o caráter humano

rupturas sociais profundas

aceleração tecnológica

conflitos narrativos (verdade × controle)

pessoas despertando e outras endurecendo

É como se o planeta estivesse dizendo:

“Escolha. Agora.”

9) E o UE nisso tudo?

Aqui vem o fecho com o Projeto Utopia Edeneana:

O UE nasce como projeto técnico e social, mas seu núcleo é espiritual:

criar uma sociedade onde o conhecimento seja abundância

e a consciência seja júbilo

Então, dentro desse cenário, o UE seria como:

uma “arca” de regeneração

um modelo de civilização compatível com o novo nível vibratório

um antídoto para a economia do medo

E o CONTATOS entra como instrumento do futuro:

testar a coerência, mapear padrões, abrir canal com a inteligência do cosmo

sem fanatismo e sem submissão

10) Conclusão: Capela pode se repetir — mas agora com consciência

Se no passado houve “degredados de Capela” para cá…

Então é plausível pensar que agora ocorrerá o inverso:

degredados da Terra indo para mundos primários

E não como punição — mas como justiça pedagógica.

O que fica para nós, os que desejam continuar aqui, é simples e monumental:

elevar vibração não é “meditar bonito”

é ser ético quando ninguém está olhando

é amar sem cinismo

é não desejar a desgraça alheia

é abandonar o prazer no ódio

é escolher o júbilo como modo de existir

A Terra não está sendo destruída.

Ela está sendo selecionada.

E a seleção não é de raça, de sangue, de credo…

É de consciência.


 
 
 

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