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Coerência TX e RX

  • Foto do escritor: un-onfam
    un-onfam
  • há 2 dias
  • 2 min de leitura

Coerência de Emissão e Coerência de Resposta no CONTATOS 2

Uma das decisões mais importantes no desenvolvimento do CONTATOS 2 foi separar claramente o que pertence ao transmissor (TX) e o que pertence ao receptor (RX).

Inicialmente imaginei utilizar binaural e TENS tanto em TX quanto em RX. Porém, ao estruturar melhor o sistema, tornou-se evidente que isso poderia mascarar os resultados.

O TX não deve “sentir”.

O TX deve gerar coerência.

Já o RX deve responder ao sistema, apresentando sinais coerentes observáveis por Val4f(RX).

Assim surgiu uma distinção fundamental:

Plain text

Val4f(TX) = coerência de emissão

Val4f(RX) = coerência de resposta

TX: geração de coerência

No transmissor, o objetivo é manter estabilidade operacional:

orientação por Val5teta;

movimentos do braço/telescópio;

estabilidade do vortex TX;

RF de transmissão;

sincronismo do apontamento;

redução de ruído e interferência.

O TX deve operar “limpo”, sem estímulos perceptivos que possam interferir na leitura posterior de RX.

Uma formulação preliminar para o cálculo de Val4f(TX) ficou assim:

Plain text

Val4f(TX) =

0,35·VortexTX +

0,25·RF_TX +

0,20·EstabilidadeMovimento +

0,15·CoerênciaVal5teta +

0,05·Silêncio/Isolamento

O objetivo não é produzir “júbilo” em TX, mas sim coerência física e operacional.

RX: resposta perceptiva e espectral

O receptor passa a ser o lado sensível do sistema.

Em RX entram:

binaural;

TENS;

headset;

RX1;

RX2;

Spectral View;

holograma;

análise espectral.

Nesse caso, Val4f(RX) mede se há uma resposta coerente associada ao estado emitido por TX.

Ou seja:

Plain text

TX coerente primeiro

→ RX responde depois

Isso evita que TX force artificialmente uma sensação em RX.

A importância da separação

Essa separação cria uma arquitetura mais sólida:

TX gera;

RX responde;

TX condiciona;

RX observa;

TX estabiliza;

RX detecta.

O CONTATOS 2 começa então a deixar de ser apenas um conjunto experimental de eletrônica para assumir uma estrutura de instrumentação coerente, onde emissão e recepção possuem funções distintas e complementares.

DEUS.



O fator CIC

Entre TX e RX existe ainda um elemento fundamental do CONTATOS 2: o CIC.

O CIC atua como a camada de sincronismo e correlação entre emissão e recepção.

Não se trata apenas de transmitir um sinal, mas de estabelecer uma coerência operacional entre os estados do sistema:

movimento;

apontamento;

RF;

vortex;

Val5teta;

snapshots;

resposta espectral;

percepção em RX.

Assim, o CIC funciona como um “tecido de acoplamento” entre:

Plain text

Val4f(TX)

CIC

Val4f(RX)

O TX não força diretamente RX.

O CIC apenas mantém as condições de coerência necessárias para que RX possa responder de forma espontânea e observável.

Isso é importante porque evita falsas leituras provocadas por estímulos internos do próprio transmissor.

O objetivo do CONTATOS 2 não é produzir uma sensação artificial em RX, mas verificar se há uma resposta coerente associada ao estado gerado em TX sob CIC.

Dessa forma:

TX gera coerência;

CIC sincroniza;

RX responde.

Essa separação pode ser uma das bases conceituais mais importantes do CONTATOS 2.

 
 
 

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