9. Provas e a Máquina Ideal
- un-onfam

- 19 de nov. de 2019
- 60 min de leitura
Atualizado: 31 de jan. de 2020

DESATANDO AS AMARRAS
Comecemos, de novo... do ponto de partida... Porém desta vez estamos plenos em afirmar que: 1. Mesmo podendo estar submetidos à uma Matrix, muito mais eficaz do que a do filme de mesmo nome, podemos nos lançar fora dela em busca desse "espaço infinito", composto por Grandezas (Cada qual com Universos e Anversos, ambos com suas infinitas Dimensões) e envoltas por múltiplos Meios denominados de Indeterminado, todos compostos em estratificações esféricas entre o Plano Básico (Alfa, Beta e Gama) e o Omega, que defini como DEUS ou TUDO.
2. Essa Definição pode não ser a correta em definir DEUS ou TUDO, mas que para a nossa limitada compreensão nos aproxima da Exatidão Divina. Além de que esse formato esférico, permite a transmigração dos Seres, especialmente os mais Elevados, às Grandezas Inferiores de forma quase que instantânea.
3. Nossa Grandeza é de ordem inferior na infinita faixa que compõe as Grandezas entre o Alfa e o Omega. Isto nos limita facultativamente em ascendermos ou descendermos nas Grandezas.
4. Com estes princípios partiremos para criar, se for necessário, artefatos para podermos navegar em Grandezas Superiores e até Inferiores, dentro do nosso suporte físico e mental, através do meio mais veloz que dispomos que é a oração e a meditação, e sonhos, inclusive.
5. As máquinas desenvolvidas e apresentadas nos blogs anteriores, como espectrógrafos e transportadores espaço-temporais, são inadequadas para executar essa tarefa. Só podem mesmo ser aplicadas, basicamente, em nossa Grandeza.
6. Chegaremos ao máximo que pudermos...com o aval de DEUS!
7. O objetivo é a paz e a felicidade acima de tudo que temos conhecimentos à esses temas!
Por onde começar? pela oração e pela meditação que podemos controlar e com neuroheadsets evoluídos, podermos identificar as imagens durante o sono profundo, REM e NREM. Segundo alguns especialistas do assunto, no sono profundo, as imagens vivenciadas, não são exatamente inéditas, mesmo que o individuo não tenha lembranças de as terem visto antes, o que leva sempre a condição de estarem na memória, ou Dejá Vu, por serem de "vidas passadas", Não estou aqui para questionar ou não a veracidade disso, mas ao mesmo tempo alegam que a "alma" ou "espírito" do individuo desprende da massa corpórea e trafega por aí, trazendo ao individuo paisagens e situações, boas ou ruins, também não conhecidas por ele. Citei no blog 1 as EFCs e EQMs, tendo eu mesmo as vivido por diversas vezes. No caso das EQMs, onde o individuo já considerado morto, e, neste estado, detalha situações precisas (especialmente em UTI hospitalares, justamente por haver a maior incidência desse fenômeno), das coisas que "visualiza" antes de retornar à vida. A consideração mais crítica e em oposição à essa situação, dita "espiritualista", é que o cérebro continua "ativo", mesmo que o individuo tenha sido diagnosticado até de morte cerebral. Esse fenômeno, que não é o coma, pode durar algumas horas, ou dias (como no caso de Lázaro). Pelo que eu já estudei à respeito, o que me mais me chamou a atenção, não foi do individuo ter estado em dimensões paralelas, ou mesmo os que visualizaram um possível Paraíso ou Colonias paradisíacas, ou Infernos e /ou Umbrais, mas um caso de um aviador com a esposa, cujo aviãozinho caiu, matando a princípio os dois. A senhora que acabou ressuscitando "viu" o seu marido de joelhos àquele Ser maravilhoso, que ela disse ter sido Jesus, perdoando o seu marido, e depois ela não recordava mais de nada, devido a sua ressurreição. Eu também fui ressuscitado (?!) ou me encontrava em Vigília (?!) por um Ser idêntico as poucas características que o Novo Testamento rende a Jesus. Qual o significado? No meu caso, com o passar do tempo, cheguei a associar com técnicas e bugigangas capazes de produzirem todos esses efeitos, como já cansei de mencionar. Mas... e neste caso, onde o avião caiu em uma área isolada, haveria também a interferência humana e suas parafernálias a ponto de fazerem a senhora "visualizarem" Jesus(?!).
Se pensarmos na Matrix é óbvio que sim, mas... e se não for a Matrix? A pergunta que formularei em seguida, já foi proposta (de outras formas) à várias pessoas, especialmente as ligadas a área da psique humana sem que tenham me convencido e é: Poderia dissociar meu caso e dessa senhora como fatores não integrantes da Matrix? Isto é, não houve interferência de bugigangas e parafernálias humanas (citadas no blog 1) ou até extraterrena, em meu cérebro, nem dessa senhora, de forma que o que visualizamos e sentimos ter sido algo fenomenal e real? Mesmo que todos operam monitoradamente, verifico várias falhas na Matrix, constantemente.
Nessa Matrix, percebo falhas, na tão comentada corrida dos homens, o tempo todo e, às vezes, ou na maioria das vezes, já antecedo um provável "choque depressivo e assustador" que a Matrix me imporia, caso já não estivesse preparado, mas que no passado me acometiam à esse estado mediante essa situação, me induzindo até em tratamentos intensivos. Também evolui... Enfim, se eu posso dar uns dribles, mesmo que insignificativos, na Matrix, posso ser "livre", não sendo necessariamente um livre-arbítrio, pois de certa maneira minha vida segue um rumo pré-determinado, tal qual o de Matt Damon, que conseguiu dar uma pequena guinada em sua história, mas sem alterá-la ao todo. Então:
8. Reafirmando o item 1: podemos desvencilhar da Matrix! Em outras palavras, podemos ser muito mais do que apenas somos para a Matrix, ou como ela nos considera: uns Nada! Somos mais!
9. Seria realmente feliz, liberto totalmente da Matrix?
10. Posso buscar DEUS ou TUDO, conforme as metas do item 1? Sem interferências da Matrix? Independentemente se ela domina meu cérebro em quase sua totalidade? A pouca percentagem que me resta me permite essa proeza?
Podemos, então, pensar e tentar construir os meios de buscar verdadeiramente esse DEUS TUDO! Vamos comigo!
Na ordem: oração, meditação, sonho... A primeira ação substantiva é a mais rápida, seguindo da meditação (que pode ser mais duradoura) e dos sonhos (REM e NREM que podem nos levar à dimensões até diferentes, porém nessa Grandeza em seus Universos e mesmos Anversos). Ou seja, para atingirmos Grandezas superiores, rapidamente, e de forma que os espectrógrafos junto aos transportadores de espaço-temporais, tais como os referi, em blogs anteriores, no sentido de turbinar a mente e poder avançar muito mais neste "infinito", são inválidos para atingir Grandezas superiores e mesmo as mais próximas de nós, pelo indesejável tempo que se gastaria para conceber o evento e assim não tão infinita é a sua utilização. Fiquemos com as orações, já que a meditação, também não promove a situação desejada de atingir Grandezas Superiores, devido a nossa lenta velocidade de pensar, que segundo Tesla é de 25.C (25 vezes a velocidade da luz), que mesmo turbinada pelos transportadores espaços-temporais, podendo aumentá-la e, inclusive, produzir o acesso à dimensões superiores à 3D, não permite em tempo hábil elevarmos às Grandezas mais elevadas do que a nossa. Mas só viver essas possibilidades descritas nos 02 parágrafos já nos permitem viver situações jubilosas, ou nirvânicas como o Buda descreveu e situações e sensações também jubilosas vivenciadas pelos que passam por EQMs. Não esquecer também que Jesus, repassou essas sensações às pessoas com as quais "curou".
A oração em grupo permite uma captação do Espírito Santo e outros (já mencionados) ou permite uma histeria coletiva como alguns céticos admitem a serem. Já a individual e silenciosa, ao mesmo tempo em que ele faz a sua rogativa ou súplica, em pensamento, ele está meditando e conectando-se com Elevadas Grandezas, podendo em alguns casos sentir ou mesmo ver a Presença desses Seres Iluminados à sua volta. Isso quer dizer que o "levado" ou "conduzido", momentaneamente, por esses Seres às suas Grandezas e viver um momento de sublimação única. Realmente a oração pode produzir esse efeito. E como seria torná-lo mais fácil e acessível à qualquer um, mesmo para os céticos?
Primeiramente, estamos falando de velocidades inconcebíveis de referencias (ainda) e, em segundo lugar, que a manifestação desses Seres teria que ser uma coisa corriqueira à cada momento de oração silenciosa, individual ou em grupo, na mesma sintonia ou frequencia, e acessível em sentimentos ou mesmo em visão, de forma que estaríamos realizando uma coisa totalmente inédita e a tornando uma coisa simples, a medida que investigássemos e desvendássemos mais sobre essa área.
P.S.: 27/09/19. 23:03h. Acabei de ver o filme do Brad Pitt: AD Astra. Nada impressionante pelo que já apresentei aqui e, que resumindo o filme, é que não há outra forma de vida, senão as formas terrenas, nesta parte do espaço onde situa o nosso sistema solar. O filme se limita a Netuno, nem fazendo referencias ao extremo cinturão de Kuiper. Faz juz, mas quando temos Al Bielek falando de seres um pouco mais evoluídos do que nós em Alfa Centauri, distante 4,8 anos-luz daqui e podendo chegar lá, através do Time Space Tunnel Travel, na "oitava velocidade", num instante... Hum-hum... devemos repensar a mensagem deste filme. Hum-hum, tem algo de muto estranho nisso tudo... nessa primeira amostragem pública, que pode associar com o que se denomina Solar Warden Space Program, porém sem as referidas vizinhanças... Estamos falando de algo muito mais amplo...infinitamente amplo, que é DEUS... gostei de umas séries e filmes de Sci-Fi, onde aborda a possibilidade de hackear toda a memória do inviduo e em uma das séries (Altered Carbon), permitia que o individuo vivesse, por muito tempo, em clones sintéticos ou mesmo outros corpos, mantendo sempre a sua memória básica, o que de certa forma etenernizava o individuo... interessantes... tal como creditei essa possibilidade aos espectrógrafos, além de "enxergar" a memória do "viajante" com neurohead ligados a computadores velozes e capazes de apresentá-las em hologramas. Agora estamos aqui debatendo a possibilidade de viajar entre as Grandezas, de fato, e não como sugeri realizar facilmente essa façanha, nos blogs: "Entre Grandezas e Dimensões" e "Um Lugarzinho Especial". Há parametros que devem ser considerados, como já o dissemos, especialmente o fator tempo, que invalida os usos de recursos como os espectrógrafos e transportadores espaço-temporais.
Infelizmente vivemos presos a somente o que está próximo de nós e o que está muito distante, só o post-mortem poderia nos favorecer.... Mas ainda temos os fatores orações. meditações e até sonhos, inclusive, afora estendermos às produções de EFCs e EQMS e monitorá-las (como já foram idealizadas), mas o que se retrata é que o experimento leva sempre as cobaias à loucura... Bem... dizem, né? quanto a mim, as manifestações foram se intensificando por um período de quase 01 ano, onde ocorreram inúmeros fenomenos, especialmente estes relatados acima. Esses fenômenos continuaram, porém, com o passar dos anos, menos incidentes. Também já citei que um zumbido, similar a cigarras cantando, com menos ruído, iniciava o evento (já citei que esse ruído é observado no filme Phoenix Forgotten), e logo em seguida instituia um silencio sepulcral em toda a vizinhança (nem cães e gatos faziam ruídos), e minha esposa e primeiro filho entravam num sono profundo e aí, a coisa toda acontecia... com o tempo, passei associar esses fenomenos como sendo de natureza humana ou coligados à estes seres, normalmente da tipologia Grey, que no período (1996) tínhamos o minimo de referencias sobre esses fenomenos ou mesmo assuntos. Tais situações foram registradas nos filmes Abdução e Phoenix Forgotten, cujas tecnologias podem ser humanas e que possibilitaram esses eventos, e que já foram demonstradas por mim, em blogs anteriores, exceto o da ressurreição (que foi algo indescritível no que se diz as sensações). O Ser que me ressuscitou tinha forma totalmente humana. Vale salientar que meu falecido pai passou por eventos similares, quando eu era garoto e até jovem. Ele tinha muitos problemas psicológicos por não ter ideia de como tratar esse problema, mas era inteligente e muito trabalhador, antes de ser tomado pelo álcool depois dos seus 50 anos.
Por que insisto em relatar essas coisas? É para mantermos em nossas cabeças, que podemos realizar muitas coisas em vida e não ficar esperando a bendita ou maldita morte para que então elas venham acontecer, e enquanto a esperamos vivemos quase sem sentido. Se podemos executá-las em vida, oras bolas...
Estamos diante de uma situação bem difícil de dominar, tendo em vista os conceitos que reinam aqui na Terra, independentemente de (como descrevi acima) ter conhecimento do que aqueles seres e, inclusive o Ser humano, de poderem "manipular" o nosso próprio ser? Citei no primeiro blog, que as tecnologias que levaram a desenvolver o que apresentam nos citados filmes Abdução e Phoenix Forgotten, como sendo tecnologias puramente humanas (detalhes ficam para os físicos), mas que são possíveis e passíveis de serem implementarem. Mas aquela ressurreição... sei não, hem? O Cara não trazia nada consigo, exceto suas vestes e... nem me tocou, apenas passou ao meu lado e me produziu algo, muito maior que a sensação amorosa do túnel da morte. Só a Jesus se fez referencias acerca de um individuo que produzia tal proeza à outrem aqui na Terra, exceto os Deuses.
Teríamos condições de dominar tais tecnologias e usá-las usualmente? ...Base Dulce, nível 4,5,6,7... Base W.-Patterson...Base Edward (Área 51)... Meninos do Brasil... Haja experiencias de manipulação genética, por Greys ...ou por homens... E mais ainda, experimentos de retirar da pessoa o seu "espírito" ou "alma". O quanto já não se sabe sobre esse tema, que se trata da melhoria da espécie pela manipulação genética? Mas... e quanto ao tema de se poder viajar em lugares inimagináveis que denomino de Grandezas (com Universos e Anverso, ambos com infintas dimensões) e Todas Elas envoltas nos meios que denomino de Indeterminado (que é a evolução da Beta), estabelecidas numa faixa estratificadamente circular infinita entre o Plano Básico e o Omega? Estaria eu delirando sobre essa Teoria? Projeto Rainbow e Montauk, são fichinhas perto dessa Teoria, pois ambos limitam-se a navegar em espaços e tempos próximos, e mesmo na dimensões, não vão muito longe (consta até a 11D e nesta Grandeza).
Essa Teoria TUDO é infinito, pois é uma possível descrição de DEUS, que pode estar incorreta, quanto a precisão, mas que denota em sua infinita grandiosidade o que pode vir a ser DEUS.
Como poderíamos extrair de uma oração, meditação e inclusive sonhos, EFCs e EQMs, meios de navegarmos juntamente com esses Entes (Elevados?), em suas viagens em TUDO? ou pelo menos uma parte DELE? Ainda não possuo respostas suficientes para essa pergunta, mas tentarei achá-las, em breve...se possível!
PROVAS

Um dos temas mais relevantes de experiencias com humanos por criaturas extraterrenas, especialmente as Reptilianas, Greys e outras tipologias, estão contidas no Dulce Papers de Thomas Castello, bem como os apontamentos do eletronico Paul Bennewitz na referida Base Dulce, no Novo México. Há outras áreas na Terra, especialmente em subterraneos, tais como Dulce e, segundo o coronel José W. R. de Paiva, piloto de helicópteros, há cidades imensas e subterraneas, interligadas por tuneis, ao redor do mundo, tais como as bases americanas, onde ele relata muitas experiencias vividas com várias tipologias extraterrenas, que segundo ele, a maioria todas bem intencionadas com a humanidade.
Essas avaliações valem para quaisquer que sejam as considerações sobre a concepção do formato terrestre e seus defensores. Estes seres são mais elevados, tanto tecnologicamente em todas as áreas de suas sobrevivencia e, inclusive na nossa, onde estão sempre interferindo, de maneira a nos evoluir, além de manterem-se organizados de forma evoluída, mantendo a vida de todas as espécies vivas, conforme suas existencias, e mantendo, até, o que denominamos de pragas. Há uma conexão e interação cósmica muito intensa na órbita terrestre, entre diversas tipologias, onde esses viajantes substituem seus meios de transportes, em naves-mães, comunitárias, por naves, especialmente as discóides, para entrarem na atmosfera terrestre e inclusive pousarem. Há muitos avistamentos de pilotos, no mundo todo, que tentam monitorar essas naves, para que se evite problemas em nosso trafego aéreo, como colisões indesejáveis, monitoradas pelos radares diversos. No caso do coronel Paiva, similar ao meu caso, no entanto mais rico, efetuava constantes contatos com diversos seres em Vigílias, com contatos mais surpreendentes. Bom, e daí? Segundo a minha concepção de DEUS, em Grandezas, todos esses seres pertencem à este nosso universo ou outros universos e anversos desta mesma nossa Grandeza, não referenciado nenhuma tipologia á uma Grandeza, seja Superior à esta ou Inferior. Mesmo os seres que o Espiritismo diz serem de "Grandezas" mais elevadas, podem ser associado à esses Seres que, por sua tecnologia, podem vibrar numa determinada frequencia, que os tornam invisiveis à uma maioria, podendo "materializar" apenas a quem eles o desejam, por seus motivos óbvios. Enfim, pode-se dizer que até os Espíritos são "Elementos Fluidicos" dessa Grandeza. Tal como o Ser alto, alvo e de túnicas, que me irradiou aquela sensação indescritível da ressurreição, esse coronel Paiva também diz ter contatado um ser semelhante e que de certa maneira tinha relações com os grandões Nórdicos ou Pleiadianos, de 2 m aproximadamente. Bom, o coronel Paiva cita uma tipologia mais avançada "espiritualmente", porém de seres menores. Associando esse Ser a Jesus, "observei" que a tipologia Grey, que comumente me contatava era submissa à esse Ser. Ou seja, Jesus também pertence à essa Grandeza, assim como Anjos e Demonios e Deuses, inclusive. Assim e resumindo, tudo o que sabemos do suposto imaginável, bem como algumas poucas citações sobre o que temos de inimaginável, se referem apenas à essa Grandeza, e mesmo considerando as reais viagens dimensionais, como no espectrógrafo de Edson, que na verdade foi construído por Tesla; pela Cadeira de Montauk, que não deixa de ser um espectrógrafo, permitiu-se viagens apenas até a décima primeira dimensão ou 11D, desta Grandeza, segundo o que possuo de dados. E, mesmo que tenha-se ido mais além, não passou dessa Grandeza, conforme descrevi as Grandezas em DEUS ou TUDO. Não fiz referencias ao Time Space Travel Tunnel, que produz o wormhole e pode ir para lá se sabe onde. Afora os artefatos, nestes campos, que eu mesmo desenvolvi, pelo menos em teoria.
Estaria eu enganado, quanto á essa configuração de DEUS, se Tudo o que temos como referencias de Existências limitam-se à essa Grandeza, exceto Deus que o dizemos ser, o que denomino de TUDO, e que contém todas essas Grandezas (sendo cada Grandeza subdivida em Universos e Anversos, além de suas dimensões infinitas) e que estas estão envoltas pelo Indeterminado que são evoluções em suas infinitas características, evoluções da Beta, devido o Alfa e o Gama, além de compor majoritariamente a totalidade desse DEUS, e que essas Grandezas, subexistem entre, desde o infinitésimo e básico Alfa ao Grandioso e incomensurável Omega? Já nos torna dificil imaginar a capacidade sócio-espiritual, somente dos seres que compõe essa Grandeza, bem como suas capacidades tecnológicas, imagine fazer referencias às Grandezas superiores e mesmo inferiores, não só as mais distantes, sejam para o macro ou para o micro, mas a imediatamente superior à nossa? Ou a imediatamente inferior? como a descreveríamos? Errei consideravelmente feio, como já fiz essa referencia, quando citei os blogs "Entre Grandezas e Dimensões" e "Um Lugarzinho Especial", onde citei a facilidade de adentrarmos nessas Grandezas com o usos dos artefatos por mim desenvolvidos, não considerando que, de acordo com o funcionamento do espectrógrafo, e a sua pequena velocidade de 25 vezes a velocidade da luz, com que ele desenvolve um determinado experimento, mesmo com o espectrógrafo turbinado com os transportadores de espaço-temporais, onde essa velocidade é aumentada, para sairmos dessa nossa Grandeza e atingir a Grandeza imediatamente superior, levaria um tempo quase que infinito para atingi-la e não da forma rápida como citei nos referidos blogs. Sobra-nos o recursos que mencionei acima, neste blog, que segundo o próprio Tesla, quem dimensionou essa velocidade do pensamento em 25.C, alegou que a oração é ainda mais veloz. A meditação qual Buda executou, e outros seres similares, especialmente do hinduísmo, como os faquires e inclusive os médiuns do Sudeste Asiático que se empalam com grandes espetos e facões em suas faces, sem derramar uma única gota de sangue, todos baseiam-se mais no pensamento ou concentração e por isso gastou-se dias num estado de vigília profunda, no caso de Sidarta, onde se conectou com a unidade cósmica desse Universo, podendo ter adentrado no seu Anverso, levando-o à um transe com sensações que denominou de estado nirvânico. O que isso quer dizer? que a oração não enquadra na meditação e portanto a oração é mais veloz em seu efeito de atingir o "alvo desejado". E quanto aos sonhos, EQMs e EFCs? Há estudos atuais, mais realistas com relação aos sonhos, que sempre foram considerados como um desprendimento da "alma" ou do "espírito" do individuo, tal como no caso das EFCs e EQMs, e que não procede essa associação, apesar dos relatos das pessoas que passam por esses processos, inclusive eu, em demonstrar que além das visões quase que todas iguais, segundo os relatos dessas pessoas, as sensações vivenciadas, que os sonhos não as traduzem, exceto em raríssimos casos, também não pode se associar com esses estudos "frios", mas que também, não se pode omitir que seja produções cerebrais. Porém, ao mesmo tempo, estudos mais recentes, dos cientistas, vem afirmando que os elementos que contém o corpo humano, inclusive a pele de onde sentimos, pelo tato, essas sensações paradisíacas nesses estados de EFC e EQM, esses cientistas afirmam que os órgãos também "pensam" ou agem "involuntariamente" das ordens provenientes do cérebro, como se esse não fosse o único canal de comando do corpo humano. É claro que há muito a desvendar quanto à essa questão ou neste campo da Medicina. Resumindo: EFC e EQM são estados, ainda a estudar com mais afinco, pois não dependem apenas apenas da produção cerebral, podendo outros órgãos do corpo estarem associados. Há inúmeros tipos de relatos de EFCs e EQMs. É certo de que o individuo desprende realmente do seu corpo físico, podendo-o avistar à distancia, inerte, e descrever tudo a sua volta, no caso de EFCs e, indo mais além, no caso de EQMs, onde o individuo, dito morto, ressuscita, naturalmente ou forçosamente, e descreve todas as suas "viagens" durante o período em que estava quase morto, havendo geralmente um lapso temporal ou uma relatividade temporal, pois o individuo desacordado ou semi-morto descreve situações em que o tempo que vivenciou a experiência é incondizente com o tempo que esteve semimorto. E daí? EFC: prova que há um desprendimento da "alma" do individuo durante o experimento, de tal forma que essa "alma" se vê ou se "enxerga" exatamente igual com o seu corpo morimbundo, inclusive com as vestes. E, seu tempo de atuação é similar ao tempo de suas ações terrenas. Então EFC não é veloz! EQM: também prova que há um desprendimento da alma do individuo, porém que o permite "viajar" para lugares distantes, velozmente, em muitos casos, com saltos, como se fosse um sonho, onde de um determinado lugar se encontra em outro, instantaneamente, similar à um sonho REM e NREM, porém vivenciando as emoções ou sensações que emanam destes lugares por onde passa, não registrados nos casos dos sonhos REM e NREM. E daí? A concentração da oração, seja silenciosa ou barulhenta, como alguns grupos religiosos a executam, associa com o Indeterminado (já explicado que nessa Grandeza o temos como Meio, Espírito Santo, Fluído Universal, e ...etc) fazendo com que atingimos (em poucos casos) uma sensação agradabilissima de paz e sublimação, apenas de forma interior ao corpo ou alma, sem descrever o estado nirvanico que Buda o fez. E, a oração, como na maioria da vezes é uma rogativa, uma súplica, um pedido, é em muitos casos satisfeita ou mesmo atendida ao individuo, como se o seu canal receptor lhe reverberasse o que denominamos de "graça". Onde está esse canal? ou Canal? ou CANAL? Diferentemente da EQM, onde os lugares que os individuos, semi-mortos normalmente trafegam, de forma velocíssima, estão contidos nesta Grandeza, neste universo ou mesmo outros universos ou anversos, nessa dimensão 3D ou em outras dimensões superiores a 3D, porém desta Grandeza, mesmo estando em Paraísos ou Infernos. Mas e a oração? Para onde vai? Muitos médiuns tem os seus "mentores" que os acompanham como um "amigo presente" no seu dia-a-dia. Executam à estes médiuns, esses "mentores", poderes diversos que vai desde a psicografia à curas e cirurgias sem a menor assepsia e geralmente com resultados favoráveis. Como já mencionei, não são necessariamente Espíritos, mas seres mais Evoluídos, que se "materializam" pelas suas faculdades, somente para estes médiuns, e são dessa dimensão, ou de outras superiores a 3D, deste universo, de outros, ou de outros anversos, mas tudo dessa ordem de Grandeza em que vivemos. Nem uma Grandeza superior, nem inferior, como "desenhei" matematicamente e figurativamente ser a forma de DEUS. E daí? Por eliminação, sobrou somente a oração como meio de tentar estabelecer essa minha teoria de que DEUS tem um formato similar (obviamente com um desvio padrão bem grande) com o qual eu O descrevi. Se há Grandezas superiores ou inferiores à nossa, infinitas, envoltas no Indeterminado, estendo entre o Alfa e o Omega, somente a oração poderia transcender entre estas Grandezas, numa velocidade incalculável, dependendo de quem deseja atingir e ser reverberado quase que instantaneamente, ou demandar alguns dias, até que a Matrix terrena, consciente ou inconsciente, dê a forma do seu resultado...
Entenda-se que Matrix é a formação de todos os elementos naturais terrenos ou extraterrenos que produz a dinâmica dos seres. É também uma forma também expressiva do Indeterminado, tal quanto sua outra forma, ou o Quantum do Vácuo, e que produz a vida a todos os seres animados ou inanimados (dependendo da referencia), por ser uma evolução da BETA.
Também, no blog Matrix, considerei que vivemos num amplo Jogo Supertecnológico, onde todos são monitorados, não só pelos artefatos descritos e existentes por tecnologias humanas, como também por tecnologias de ETs, que nos coabita, bem como a própria imensidão dos Universos e Anversos com suas referidas dimensões em suas também referidas Grandezas e Indeterminado, de tal forma que todo e quaisquer individuos tem TUDO, em seu corpo e mente, mas que pode se dissociar, ou libertar-se desse Controle Matricial, optando por seguir um caminho próprio, não que necessariamente seja devido ao seu livre-arbítrio, mas a uma capacidade peculiar de "defesa" ou "audácia" ou "motivação" na busca de algo que não sabe se encontrará, de fato, mas que crê. Podemos atingir O Bem Máximo ou o Mal Máximo, estando estes (segundo nossa concepção de que essas Potencias possam ser reais nessas escalas) numa Grandeza imediatamente inferior ao Omega, com orações? Ou mesmo atingir o grandioso Omega, bem como reduzirmos significativamente e atingirmos o básico Alfa, com orações? É provavel que sim, mas o efeito negativo da oração é que não vislumbramos ou contemplamos nosso captador muito menos o meio que lhe assiste, portanto e entretanto, podemos senti-Lo, em alguns casos, pela presença, ou através do Indeterminado. Haja visto que as sensações de uma imensidão de paz e alívio emocional, bem como a sublimação por essa sensação gostosa de parecer "flutuar", devido ao fato de se libertar das amarras que o prendiam anterior à essa oração, e dentro de nossas capacidades físicas de suportar tais emanações, sem que exploda ou seja sugado espiritualmente e/ou mesmo fisicamente, é uma característica dos seres de uma determinada Grandeza, e o seu suporte físico, que o Indeterminado reverbera à esses seres, pelos eflúveos vindos de Grandezas superiores ou até mesmo do Omega (reverberado pelo Alfa) e manifestados no individuo pelo Indeterminado, de acordo com as suas características e ordem de Grandeza. Assim é possível alegar que esse modelo de TUDO, construído tanto matematicamente como figurativamente é, de fato, uma possibilidade da descrição de DEUS, com uma grandiosa margem de erro, por desconhecermos os níveis de Grandezas mais elevadas e suas características físicas, apenas descrevendo-as, no modelo adotado, que todas Elas possuem características circulares, entre o Plano Básico Inicial (Alfa, Beta e Gama) ao Omega, de forma que facilitaria a comunicação breve entre Elas. Ver desenho...

Por outro lado, não se poderia afirmar que tais orações seriam captadas somente aqui nesta Grandeza pelos seres que os espiritualistas chamam-nos de "amigos espaciais", que na verdade podem ser sim, esses seres de outras "paragens" ou mesmo daqui da Terra e que vivem em subterraneos, etc., de forma que essas orações também se limita apenas à essa Grandeza? Também é uma hipótese, e mais provável do que a do parágrafo anterior, devido as emoções que sentimos e que nos envolve, se manifestarem nos individuos pela presença do Indeterminado, conforme denominamos suas características em nossa Grandeza, em nosso Universo e em nossa Dimensão, podendo sentir outras emoções com as peculiaridades de outras emoções vivenciadas por outros meios já citados, como espectrógrafos de Tesla, em outras dimensões superiores a 3D, pela meditação ou pelo Yoga, pelas EFCs e pelas EQMs, pelos sonhos, e, inclusive pelas contemplações e sensações extremamente agradáveis das miragens produzidas pela melatonina em nossas retinas, devido a glandula pineal, ou mesmo que essas miragens sejam de fato produzidas dentro do ambiente em que esteja e apto à recebê-las, de forma que sua interação com ela (a miragem) seja proveitosa ou mesmo horrenda e apavorante, sendo que neste último caso, a miragem não é algo "agradável" de se contemplar. Mas como podemos garantir que a oração (prece ou reza), seja limitada apenas nesta ordem de Grandeza, se suas emanações são invisíveis, sendo que sabemos que seu efeito é velocíssimo, em referência ao destino e ao Ente que deseja ser atingido, podendo Este ente pertencer à essa Grandeza em um de seus Universos ou Anversos, numa determinada dimensão, ou mesmo extrapolando para outras dimensões, conforme o meu modelo, quando nos referimos à Deus (sendo este associado aos Deuses de outrora, construtores dos homens e outras criaturas em seus berçários e demonstrados, especialmente no blog 1/2), e sendo este, também, uma concepção de um Ser muito evoluído, ou um Ser extraterrestre, enfim e resumindo, um Ser físico, limitado, também à essa Grandeza. No blog 1/2, demonstrei pelos artefatos imaginados por mim, a possibilidade de criar, num espaço vazio, no Cosmos, deste nosso Universo, um sistema solar e, pasmem, há possibilidades de executá-lo e também sermos denominados de Deuses, conforme palavras do próprio Cristo. Entretanto eu denomino DEUS ou TUDO, essa combinação energética de todas as Grandezas e Indeterminado, variando do Alfa, passando pelo Meio (Grandezas (com Universos, Anversos cada qual com referidas e quase que infinitas Dimensões) e a majoritariedade do Indeterminado presente nesse Meio com suas características, de acordo com o Universo e outros) devido a Força Combinada, Criadora e Imortal do Alfa, da Beta e do Gama (que forma o Plano Básico Inicial) até Omega, não Estático, que continua crescendo e que reverbera à todas as Grandezas, provenientes deste Plano Básico Inicial, dando-lhes VIDA, de acordo com a característica de cada elemento, através do Indeterminado... Assim, ficamos numa situação dúbia, ou um paradoxo de que a oração se limita à esta Grandeza, mas também que pode extrapolá-la para outras Grandezas, justamente por não termos meios de quantificar seus verdadeiros efeitos ou características, apenas sentindo-os momentaneamente, como sensações de paz e alívio corporal ou recebendo posteriores "graças" devido, normalmente aos "pedidos" fervorosos, em sua execução. Essas "graças" podem vir de imediato ou depois de um certo tempo, em função da adequação da Matrix, em provê-la. Onde estamos? Falando de oração, como o único meio de provar o modelo desenvolvido por mim para descrever DEUS, mesmo que hipotética sua concepção e, pior, questionável! Bom, dei a forma de como poderíamos avançar ou regredir nas Grandezas, no blog 3/4, com a utilização dos artefatos ou bugigangas que criei teoricamente. Posteriormente, revi os termos para executar essa condição e admiti cometer um erro em "realizar" esses avanços para as Macro Grandezas e regressões para as Micro Grandezas, porque o fator "tempo" não se apropria com essas bugigangas para a sua realização ser bem sucedida em breve espaço de tempo, mesmo que relativo. Gastaria um tempo muito longo e até mesmo infinito, apenas para atingir as Grandezas Macro e Micro imediatamente próximas à nossa. Mas o que ficou de bacana no blog(s), foi a demonstração de como isso se procederia dentro de um tempo "otimizado", que neste caso, a oração, viria supri-lo, face às suas características, tais como não as vemos, mas que as sentimos, por um efeito, não somente nirvanico budista, limitado à esta Grandeza que se conecta à alguns Universos e até Anversos, pela meditação demorada, mas que exista uma combinação do seu Eu "físico" e do se Eu "espiritual", combinado à Unificação Cosmológica Nirvanica, mas também combinado à uma Força que reverbera instantaneamente ao solicitante a sua rogativa, podendo esta vir a ser realizada posteriormente pelos arranjos Matriciais, mas que de imediato à essa prece, já se sente "realizado emocionalmente" enquanto aguarda seu resultado. Essa Força atingida, na oração, transcende a Unificação Cosmológica Budista (que integra Universos e Anversos, além do Indeterminado) desta Grandeza, mas que Unifica, também, um Sistema de Coisas, que estão além dessa referencia nirvanica, pela sua Capacidade Incompreensível de constituí-la, através de artefatos (mas que ainda estudaremos essa possibilidade), que tem nessa oração o poder verossímel da palavra que denominamos Fé, e que Jesus tanto a comentava e principalmente o seu poder de constituir ou executar coisas, tais como ele fazia, especialmente às pessoas. Essa Força ou Fé, transcende os limites nirvanicos, e sendo assim, transcende a nossa Grandeza... e o meu modelo, hipotético, com vasta margem de erro, para configurar DEUS, pode então ser aceito como base de que há uma certa congruência, ainda que, básica, do que eu mesmo denomino de DEUS ou TUDO... Estudaremos mais os efeitos da orações e possibilidades de criarmos meios para aproveitamento da Fé como força propulsora e criadora, mais para frente...


A MÁQUINA IDEAL
... por DEUS... A última fase: desenvolver um mecanismo que permite que a oração atinja quem desejarmos, ou o Receptor, na Grandeza que for, e que nos possibilite interagir tete-a-tete com esse Receptor... A partir do Pai-Nosso (por eu considerá-la, por experiencia própria e em várias situações em que a vivenciei, como a maior oração, e mais poderosa, dada por um Ser de Luz aos homens Sapiens sapiens), desde que seja proferida, em silêncio ou em rituais que a exaltem com sons, desde que seja feito(a) com muita Fé por parte do(s) individuo(s) ...nada de eletronicos, pois deles não obteremos o acompanhamento necessário da velocidade envolvida no processo. Como seria monitorado, então? Teria que haver um neurohead ou neurobody, não eletronico, de forma que o próprio cérebro ou outros órgãos do individuo repassasse suas informações e sensações à outrem e que este(s) captassem diretamente desse individuo, suas emanações rogativas e tudo o que poderia estar se procedendo entre ele e o seu Receptor. Evidentemente que deveríamos estar num estágio bem avançado tecnologicamente para produzir tal artefato.
Estaríamos agora aptos à construir tal maravilha? Teríamos que eliminar o meio eletronico que interage tanto o individuo com o Receptor, bem como eliminar os eletronicos desse indivíduo com outrem, ou terceiros, que o monitorem, como era o caso dos espectrógrafos e transportadores espaço-temporais que descrevi em blogs anteriores. Desconhecemos, hoje, quaisquer meios de conexão que não seja pela Eletronica, especialmente a Digital, que processa um evento similar. Pelo menos eu o desconheço. O que vemos na ficção, como no caso daquele filme do Spielberg: "Inteligencia Artificial", em que, aqueles seres, ao final do filme se interagiam dessa forma, tal como descrevo, seria um avanço muito grande, pois eles dependiam apenas de si mesmo para iteragirem e sem artefatos ou bugigangas. Também temos os Greys que de certa forma, possuem essa capacidade, mas que utilizam de meios, especialmente eletronicos, para efetuarem processos mais vultuosos, talvez tanto quanto à esse que me refiro, situando esse Greys, numa cadeia evolutiva inferior aos seres do filme "AI", pois necessitam ainda de bugigangas para atingirem seus objetivos...
Enfim, teríamos que possuir meios similares à estes seres, o que já físico-espiritual ainda não o temos e por isso necessitaríamos criar um artefato ou uma bugiganga, que produzisse tal fim, e que corresponda com as nossas capacidades fisícas, intelectuais e até espirituais para realizar esses eventos, sem que nos danemos, mas, sim, ao contrário, sentirmos sensações agradabilíssimas, irradiadas em nosso corpo todo, durante o evento. Este artefato deve ter, como base, o poder de alcançar velocidades descomunais e incalculáveis, segundo nossa maior orientação que é a luz, ou a maior referencia que possuímos, devendo esse artefato possuir uma outra forma de medição, muito superior a essa grandeza luz, pois se trata da Grandeza Oração, que temos por base, como sendo a "coisa" mais veloz que dispomos, na nossa forma terrestre e redondezas, podendo esta transcender Grandezas, tais como as descrevi, inclusive, que representam DEUS (hipotéticamente). Conseguimos manifestá-la, a oração, como já citei, silenciosamente ou com sons agudos ou graves, em grupos, e atingir o Receptor.
Apesar de direcionarmos à Ele, não sabemos nada sobre o processo, exceto por sentir suas manifestações de imediato, como sensações agradáveis pelo corpo, além das "Graças" que advém ou não, dessa oração, de maneira rápida ou demorada, conforme o arranjo universal da Matrix, considerando que o futuro dos individuos, sejam conhecidos apenas pelos seres mais elevados, detentores de tecnologias para tal e, também por que não aos homens, que também possui tecnologia para tal fim? à estes ficam o seu "segredo", o que de certa forma, os tornam poderosos. Enfim, quanto ao Receptor não sabemos de nada e ficamos apenas esperando a boa vinda do "milagre", quando em raros casos o vem, de acordo com as atribuições da Matrix (e seus aspectos acima ditos), à tudo que envolve a rogativa do individuo, e fazê-lo "merecedor", caso aprovado "divinamente". Bom, já iniciamos bem: criar algo inimaginável. Só de imaginar esse inimaginável, já nos põe numa condição logo acima dos lastros que nos prendem, crendo poder executar tal bugiganga. Não estamos nos comparando aos seres do filme "AI", nem aos Greys, mas nós seres humanos em poder realizar o inimaginável ao interagir diretamente com o Receptor, podendo talvez atingir o próprio Omega, em nossas orações, municiado dessa bugiganga, que permite tal evento, podendo a partir daí, ter a exata resposta por parte do Receptor do que se pretende na referida rogativa, sem que fiquemos esperando por "milagres", que poucos obtém.
Definitivamente nos conecta com TUDO. Pode ser que lá para frente, a medida que avançamos com os estudos, cheguemos a conclusão que a velocidade da oração pode não ser tão significativa assim, diante de TUDO ou DEUS, mas no momento, tenho por base, que ela nos fornece esse meio ou condição, tendo já descartado artefatos como os espectrógrafos e transportadores espaço-temporais, para produzirem tais fins, cujas bugigangas o fator "tempo" os limitou grandiosamente, inviabilizando-os. Vamos à bugiganga: Devemos compô-la com sensores, não elétricos, ou eletroquímicos, que pelo nosso nível de desenvolvimento quanto èsse sensores, obtém, através dos neurotransmissores cerebrais como quanto aos restantes do sistema nervoso, conetados pelas sinapses às células do organismo. Ainda são o maior meio de captação (esses sensores) dos estímulos ou impulsos internos no organismo, por justamente esse neurotransmissores produzirem eletricidade e quimica, e portanto seus sinais são amplificados e registrados devidamente em diversos aparelhos para vários fins. Como citei, para a nossa finalidade esse meio é inconsistente. Ademais para que terceiros tenham "visão" do processo é necessário um mediador eletronico, o que também não satisfaz efetuar o evento da nossa finalidade que é ir buscar o Receptor, esteja onde estiver. E isso exige uma velocidade que esses dispositivos não suprem, exceto se os limitarmos à nossa Grandeza. Entenda bem: imaginamos as palavras durante a oração, seja em pensamento ou em palvras ou cantos e até gritos, isso leva um tempo antes de concluir a frase, canto ou grito, só que há uma diferença e isso vale bem deixar evidente: ela não trafega ao Receptor, esteja este em que Grandeza estiver, na ordem do pensamento. Assim, exatamente quando voce imagina um lugar bonito ou uma pessoa querida, de forma que vai manifestando em sua cabeça as referidas imagens. Como voce não pressente a imagem surgir instantaneamente em sua mente, mas ela trafegou à uma velocidade de 25.C (25 vezes a velocidade da luz) entre o lobo responsável pela memória e o o lobo occiptal onde visualiza a imagem.
Assim quando como você se projeta astralmente, como no casos dos espectrógrafos que descrevi, essa velocidade se propaga nessa mesma razão e pode ser monitorada pelos eletronicos mais avançados. Já na oração voce realmente "pensa" nas palavras que irá proferir, e como disse, isso demanda um tempo antes de voce dar o "enter", mas a partir daí a velocidade com que ela chegará ao Receptor é desconhecida, devido sua descomunal e incalculável capacidade, em função das referencias que temos para essa grandeza (velocidade), diferentemente da velocidade com que se propaga o pensamento, que baseia-se na luz. Fica claro? E que também os meios eletronicos ficam intangíveis em registrá-la, mesmo considerando os computadores mais velozes. Pensaríamos na biotecnologia sem que necessariamente adotemos medidas como mutações genéticas à raça humana, visando esses objetivos que pretendemos, mas em sua sua estrutura científica, dissociando apenas os impulsos eletroquímicos (especialmente os ligados aos neurotransmissores) como elementos de captação por sensores do interior do corpo humano e levados à equipamentos eletronicos para processamento visual, audível e descritivos. Assim como os equipamentos de ultrassom que apenas poderiam identificar as atividades cerebrais e corpóreas dos individuos, ainda por meios que eletronicos, sem que venham efetuar grandes colaborações ao evento buscado, por essa máquina que pretendemos elaborá-la.
O que seria captado então? Creio que essa máquina exige toda a observação do corpo do individuo, pois envolve na oração muitos requisitos físicos e emocionais por parte do orador, de forma que deve ser não só avaliado seu sistema nervoso, pelos neurotransmissores, como por todo os seus sistemas corporais (cardiovascular, respiratório, digestório, nervoso, sensorial, endócrino, excretor, urinário, reprodutor, esquelético, muscular, imunológico, linfático, tegumentar, afora outros ainda a desvendar), ao mesmo tempo, além de seu sistema emocional e "espiritual" que atualmente associamos ao sistema endócrino em seus diversos hormonios e também, em partes, ao sistema imunológico.
Essas considerações devem ser bem avaliadas, pois não há unanimidade por parte dos individuos em aceitarem que as emoções e capacidades sensoriais estejam ligados exclusivamente ao individuo, ou produzidos estritamente por eles, sendo que a maioria das pessoas admite haver uma conexão exterior e presente e não só a ao ambiente, especialmente atmosférico em que vivemos. Daí o nosso estudo que é a oração, onde conectaremos com o Receptor, havendo uma interação maior, entre as partes, pelo artefato a desenvolver, de onde extrairemos mais informações no procedimento dessa oração. Chega de mi-mi-mi.. vamos às vias de fato: Como há uma necessidade de identificar toda a atividade corpórea e emocional, além da espiritual do individuo, aparelhos como tomógrafos, de ressonancia magnética, dopplers, ultrassons, etc, deveriam ser mais reduzidos e mais eficazes, de forma que os possam movimentar com facilidades pelas pessoas. Estes aparelhos identificam apenas o físico e ultrassons que monitoram o cérebro, podem identificar, infelizmente apenas pelos efeitos eletroquímicos suas revoluções, de tal forma, que seja associada à uma determinada "ordem" do cérebro ou mesmo à um determinado "estado emocional" ou "espiritual". Isso pode ser obtido com o que dispomos agora, ainda em eletrônicos.

Na hipótese que se desenvolva esse ultrassom, com essa característica, que monitore o cérebro e o restante do corpo, neste sentido, o que não é improvável, mas infelizmente esse ultrassom, não pode descrever o que se passa com a conexão ao Receptor, e como disse, exceto pelo que o orador está processando. O que podemos absorver, enquanto o orador executa sua prece, são as revoluções consideradas "anormais" observadas ao individuo, em seu cérebro e corpo, e que podem ser resultado da interação do Receptor para com o orador. Obviamente, que esse aparelho deveria possuir mais dados dessas anomalidades ou, porque não, normalidades no indivíduo, a ponto de separar, nesse aparelho, no que se trata dele saber (do individuo) o que ele está transmitindo e o que está recebendo (do Receptor), em resposta.
Enfim, temos alguma coisa, onde podemos manter, mesmo com aparelhos eletronicos, observando o individuo e traduzindo o que está acontecendo em seu momento de oração com um determinado Receptor, dessa Grandeza ou de outras, relativamente.
Entenda que não se trata de perceber o "Espírito", "Perispírito" ou algo similar, mas a capacidade hipersensível desse ultrassom em captar essas conexões que o orador executa durante sua oração. A questão do aparelho eletronico é se consegue reproduzir exatamente, em imagens ou mesmo em sinais, de uma determinada conversação com o Receptor estando este em Grandezas superiores à nossa, bem como Inferiores, em tempo real, em função dessas observações em todo o orador. Também esse aparelho não permite "visualizar" o Receptor, caso este não lhe "envie" a sua "forma" plausível numa frequencia tal que esse ultrassom permita reproduzi-lo ao nosso espectro visual e de acordo com o universo, de nossa Grandeza, ou seja, relativamente, de acordo com sua Grandeza, trazendo-o à nossa Grandeza.
Haveria muitas falhas e erros, sendo o processo dessa maneira. Há uma necessidade de desenvolver uma espécie de ultrassom (por estar ligado este termo a frequencias eletromagnéticas), desconsiderando apenas o efeito eletromagnético e eletronico como provedor de todas as características inerentes à demonstrar este "contato" , de forma que esse aparelho seria similar à um ultrassom, porém que seria estritamente biológico ou eletrobiológico... (acho que não?!), não sendo, pois a eletricidade ou os pulsos eletromagnéticos absorvidos dos indivíduos, não ultrapassam baixas velocidades, em relação ao que se propõe. Porém sendo um "observador interno biológico", passaríamos a ter uma melhor visualização da transcepção monitorada entre o orador e o Receptor, bem como retratar relativamente a "figura" do Receptor, adaptada por Ele, ao nosso campo visual. Pois certamente possui uma característica peculiar impossível de que a visualizemos somente com o nosso espectro, bem como canalizar instantaneamente a transcepção tanto na forma audível como visual, entre as partes, sem que necessitemos efetuar projeções astrais como era no caso dos espectrógrafos, mas também as sentimentais.
Também, em função dessas "ondas" (?!) trafegadas entre as partes, poder-se-ia, inclusive reproduzir as emanações do ambiente do Receptor, bem como dele próprio, também de forma adaptável ao organismo do orador. Este "aparelho" estaria disponível a percorrer distancias infinitamente incomensuráveis, ainda, estivesse onde estivesse o Receptor, na forma descrita segundo os blogs 3/4, o procedimento ao adentrar entre as Grandezas, sendo que neste caso o fator "tempo" deixa de ser o problema que envolvia os espectrógrafos.
Ah! Omiti em explicar o meio audio-visual da transcepção entre o orador e o Receptor desse "observador interno biológico" que obviamente não seria eletrônico, devido a velocidade do processamento. Como seria? Tratando-se de que coletaríamos apenas no individuo as devidas informações correspondentes as manifestações entre os dois, através dessas manifestações presentes apenas no individuo, que, como citei, também é retratada, por filtros corretos, as manifestações do Receptor, no mesmo individuo orador, pode-se esse equipamento "observador interno biológico" executar numa tela (adequada) ou mesmo num holograma num determinado espaço, pelas técnicas que dispomos, sendo as duas partes em conversação ou sentimentos, devidamente separadas, representando a figura de ambos dentro de nosso espectro visual.
Esse holograma, seja biológico (mais certo) ou eletrônico, repassaria à terceiros as manifestações presentes no orador pelas suas frequências orgânicas (eletroquímicas, hormonais e outros)
A bugiganga poderia vir a ser evoluída, de tal forma, que além do que relatamos sê-la possível executar, poderia - se na transcepção entre as partes, o orador e o Receptor, descrever o ambiente dos dois. Lembrar que o fator preponderante para que haja a conexão e transcepção é que haja Fé por parte do orador, no evento da oração.
Outrossim, como observamos o orador, somente, com dispositivos eletrônicos que filtrasse as sensações do orador também poderia ter um efeito positivo quanto a captação da transcepção, mas nada podendo falar sobre os reais efeitos que terceiros vivenciariam.

Cientistas encontram mensagem de Deus no DNA humano!
DETALHES DA MÁQUINA
Dr. Andrew Newberg vem executando trabalhos de associação da oração com as variações no cérebro, com seus pacientes e tem trazido resultados bons. A questão é que só fica ao cérebro e com monitoramentos por "frios" aparelhos de ressonância magnética, que não reportam os sentimentos envolvidos na oração, ainda que esses equipamentos ainda sejam básicos neste sentido. A vantagem do equipamento Ressonância Magnética Nuclear é que faz a varredura do individuo, mas não integralmente, sendo por partes. Isso já é negativo. O referido aparelho deveria absorver integralmente todas as "variações" do individuo durante a oração, cobrindo cérebro, todos os órgãos e/ou todos os sistemas do corpo humano, indistintamente, porém dando ênfase, inicialmente, aos sistemas cardiovascular, respiratório, nervoso, sensorial e endócrino, visando atribuir imagem, sons e mesmo sensações, como tentativa de extrair ao máximo do orador essas "anomalias".
Façamos um breve histórico da Ressonância Magnética Nuclear, baseado em trechos do trabalho do físico Alessandro A Mazzola de 2009.
"Ressonância magnética: princípios de formação da imagem e aplicações em imagem funcional
IRM (Conceitos básicos)
A IRM é, resumidamente, o resultado da interação do forte campo magnético produzido pelo equipamento com os prótons de hidrogênio do tecido humano, criando uma condição para que possamos enviar um pulso de radiofrequência e, após, coletar a radiofrequência modificada, através de uma bobina ou antena receptora. Este sinal coletado é processado e convertido numa imagem ou informação. Em 1946, Block e Purcell, descreverram o fenomeno das IRM. As primeiras imagens do corpo humano só foram possíveis cerca de trinta anos após, devido a complexidade deste método e a necessidade, para a formação da imagem, do uso de tecnologias aparentemente tão distintas como os supercondutores e o processamento de sinais, por computadores. As propriedades de ressonância magnética têm origem na interação entre um átomo em um campo magnético externo; de forma mais precisa, é um fenômeno em que partículas contendo momento angular e momento magnético exibem um movimento de precessão quando estão sob ação de um campo magnético externo Bo. Apesar de outros núcleos de diversos átomos do corpo humano possuírem propriedades que permitam a utilização em IMR, o hidrogênio é o escolhido por três motivos básicos: - é o mais abundante no corpo humano (+/-10% do peso corporal); as características de RMN se diferem bastante entre o hidrogênio presente no tecido normal e no tecido patológico; o próton do hidrogênio possui o maior momento magnético e, portanto, a maior sensibilidade a RMN. O átomo de hidrogênio, possui como núcleo, o próton. Vamos admitir que o spin represente o movimento de giro do próton em torno de seu próprio eixo, da mesma forma que um pequeno pião.
Para o próton de hidrogênio, o spin (I) pode ser +1/2 ou -1/2, o que na nossa analogia clássica pode representar o prótons girando para um lado ou para o outro. Juntamente com o spin, o próton de hidrogênio possui outra propriedade chamada de momento magnético, que faz com que o mesmo se comporte como um pequeno imã. Esta analogia é válida se visualizarmos o próton como uma pequena esfera carregada (carga positiva) e girando em torno de seu próprio eixo (spin). Como para toda partícula carregada em movimento acelerado surge um campo magnético associado, então o próton de hidrogênio se comporta como um pequeno magneto (µ), ou um dipolo magnético.
Podemos utilizar um vetor para descrever cada dipolo magnético, ou cada próton. E o que acontece quando um próton de hidrogênio ou um conjunto de prótons de hidrogênio é colocado sob ação de um campo magnético externo? Ou seja, o que ocorre com os prótons do corpo do paciente quando o mesmo é posicionado dentro do magneto? Devemos entender que na temperatura média de 36,5°C do corpo humano, e sob ação do fraco campo magnético terrestre de 0,3 gauss (ou 3x10-5 Tesla, uma vez que o fator de conversão é de 1 T=10.000 G), os momentos magnéticos não possuem uma orientação espacial definida, se distribuindo de forma randômica. Esta distribuição aleatória faz com que a magnetização resultante de um volume de tecido seja igual a zero. Quando o paciente é posicionado no interior do magneto e fica sob ação de um campo magnético de, por exemplo, 1,5 T, os prótons de hidrogênio irão se orientar vetorialmente de acordo com a direção do campo aplicado, marcando os prótons de hidrogênio apontando-os, paralelamente quanto antiparalelamente ao campo. As duas orientações apresentam dois níveis de energia que o próton pode ocupar: o nível de baixa energia (alinhamento paralelo) e o nível e maior energia (alinhamento antiparalelo). No modelo quântico, um dipolo nuclear somente pode ter 2I+1 orientações com o campo, correspondendo a 2I+1 níveis de energia. O próton de hidrogênio (I=1/2) possui duas possíveis orientações, que correspondem aos níveis de baixa e alta energia. Alessandro A Mazzola (2009).
RESSONÂNCIA MAGNÉTICA:
princípios de formação da imagem e aplicações em imagem funcional
Para um campo magnético de 1,5 T e na temperatura média do tecido humano, a diferença entre os spins que ocupam o estado de menor energia e o de maior energia é de aproximadamente 5 para 1 milhão. Na prática é somente com estes cinco spins resultantes que poderemos trabalhar para produzir sinal detectável na bobina, o que deprecia a totalidade da obsevação da imagem. Na tentativa de alinhamento com o campo, e por possuir o spin, surge um segundo movimento chamado de precessão. A analogia com um pião sob a ação do campo gravitacional é valida para entendermos este movimento. Para o hidrogênio, a razão giromagnética é de 42,58MHz/T. Portanto, se considerarmos uma campo de 1,5 T, a frequência de precessão será de 63,87 MHz. Uma regra importante a ser sempre lembrada é que qualquer alteração no valor do campo magnético irá alterar a frequência de precessão.
Magnetização do tecido
Como nas imagens a menor unidade será o voxel – sendo este da ordem de 1,0 mm3 ou mais –, é o efeito combinado dos prótons de hidrogênio que irá nos interessar. A magnetização resultante em cada voxel é o resultado da soma vetorial de todos os spins que resultaram do cancelamento mútuo. No equilíbrio, a magnetização resultante possui somente a componente horizontal, ao longo de Bo (campo externo aplicado). É fundamental que neste momento façamos a localização espacial do vetor magnetização. Num gráfico de eixos de coordenadas (x, y e z) e o vetor que representa o momento magnético de um próton de hidrogênio realizando o movimento de precessão em torno do eixo z, assim como as mesmas coordenadas num típico magneto supercondutor. O eixo z, ou longitudinal, representa a direção de aplicação do campo magnético principal Bo. O plano xy é chamado de plano transversal. Um tecido (voxel) contendo 11 spins, os spins irão se alinhar paralelamente (7 spins) e antiparalelamente (4 spins). Realizando o cancelamento mútuo do vetor momento magnético dos que estão para cima com os que estão para baixo (7-4=3 spins), uma componente de magnetização resultante (Mo) irá surgir alinhada ao eixo longitudinal. Apesar de todos os momentos magnéticos individuais precessarem em torno de Bo a uma frequência angular igual a f(w), não existe coerência de fase entre eles e, portanto, não existirá componente de magnetização no plano transversal. Uma bobina posicionada de forma perpendicular ao plano transversal não detectará nenhum sinal, pois não ocorrerá alteração no fluxo magnético, assim como no motor elétrico quando campo estatórico está alinhado com o campo rotórico, não há indução magnéticas nas espiras ou bobinas rotóricas. Para que uma corrente elétrica seja induzida em uma bobina posicionada de forma perpendicular ao plano transversal, é necessário que o vetor magnetização como um todo, ou parte dele, esteja no plano transversal e possua coerência de fase. Se todos os momentos magnéticos individuais forem desviados em 90° para o plano transversal e todos estiverem precessando na mesma posição (mesma fase), teremos o máximo de sinal induzido nesta bobina ou espiras. Para reorientar o vetor magnetização, um segundo campo magnético de curta duração (pulso) tem que ser aplicado. Este campo B1 (pulso de radiofrequência, ou RF) deve ser perpendicular a Bo e deve estar em fase com a frequência de precessão. O efeito no vetor magnetização (vetor M) é o de afastá-lo, por um dado ângulo de desvio (α), do alinhamento com Bo. Um dos pulsos de RF mais utilizados é o que irá resultar em um ângulo de desvio de 90°, transferindo assim todo o vetor M para o plano transversal. Pulsos de 180° também são utilizados e são chamados de pulsos de inversão. A emissão deste pulso de RF é normalmente feita pela chamada bobina de corpo, e a detecção do sinal é feita por uma bobina local, como a bobina de crânio. Em resumo, a aplicação do pulso de RF causa dois efeitos: - transfere energia para o vetor magnetização, desviando-o do alinhamento, ou jogando-o para o plano transversal, quando for de 90°; - faz com que os núcleos precessem, momentaneamente, em fase no plano transversal
Com aplicação de um pulso de RF de 90°, por exemplo, a magnetização é jogada no plano transversal e passa a induzir uma tensão elétrica na bobina de frequência f (sinal de RMN). Quando encerra a aplicação do pulso de RF, o sinal gradualmente decai como resultado do processo de relaxação ou de retorno do vetor magnetização para o equilíbrio, ou seja, para o alinhamento com Bo. O formato do sinal induzido (ou sinal de indução livre, SIL) é o de uma onda seno amortecida, conforme figura 1:

Alessandro A Mazzola (2009).
Processos de relaxação: longitudinal (T1) e transversal (T2)
A relaxação dos spins que gera o SIL é causada pelas trocas de energia entre spins e entre spins e sua vizinhança (rede). Estas interações são chamadas de relaxação spin-spin e spin-rede e juntas fazem com que o vetor M retorne ao seu estado de equilíbrio (paralelo a Bo). Duas constantes de tempo foram criadas para caracterizar cada um destes processos: T1 e T2. A constante T1 está relacionada ao tempo de retorno da magnetização para o eixo longitudinal e é influenciada pela interação dos spins com a rede. Já a constante T2 faz referência à redução da magnetização no plano transversal e é influenciada pela interação spin-spin (dipolo-dipolo). A Figura 2 mostra passo a passo o retorno do vetor magnetização ao equilíbrio após a aplicação de um pulso de RF de 90°. Em amarelo são mostrados os momentos magnéticos individuais. É possível perceber que estes vão se defasando e com isso ocorre uma redução rápida na componente de magnetização ainda presente no plano transversal

Retorno da magnetização longitudinal – T1
O retorno da magnetização para o eixo longitudinal, é mostrada no gráfico da onda gaussiana. Figura 3 abaixo:

O tempo necessário para a magnetização longitudinal recuperar 63% do seu valor inicial é chamado de T1.
Decaimento da magnetização transversal: tempo T2
A curva que descreve o decaimento da magnetização no plano transversal, como mostra no gráfico da Figura 4:

O tempo necessário que a magnetização no plano transversal atinja 37% do seu valor inicial é chamado de T2.
Variações locais do Bo causam defasagem dos momentos magnéticos, aumentando ainda mais a relaxação no plano transversal e acelerando o decaimento do sinal de indução livre. É conveniente definir outra constante de tempo, chamada T2*, ou T2 estrela, conforme Equação: 1/T2*=1/T2 + 1/T2o onde: T2o: descreve o decaimento adicional no sinal devido a Heterogeneidade do campo. Estas Heterogeneidade podem ter origem nas próprias diferenças de composição dos tecidos do corpo, como também em imperfeições na fabricação e ajustes do magneto. A ressonância magnética funcional (RMf) irá explorar as alterações no tempo T2*, como veremos mais adiante.
A Tabela 1 apresenta tempos de relaxação T1 e T2 para diversos tecidos a 1,5T

Os valores devem servir apenas como referência, pois uma medida quantitativa dos tempos de relaxação pode resultar em valores bastante diferentes. É possível perceber que estas diferenças nos tempos de relaxação poderão ser usadas para gerar contraste entre os tecidos nas imagens (Figura 5), e que esta é uma vantagem da RM sobre os demais métodos de diagnóstico.
Ecos de spins
Consideramos na RMN e na observação do SIL, que existem constantes de relaxação (T1 e T2) que possibilitam diferenciar tecidos. Em 1950, Hahn descreveu a base para a geração de imagens, pelo método da sequência de pulso. Hahn descreveu que, se excitarmos os prótons com um pulso de RF inicial e, após um determinado tempo t, enviarmos um segundo pulso, observaremos que, além do surgimento de sinal na bobina após o primeiro pulso (SIL), também haverá o surgimento de um segundo sinal. Este segundo sinal é um eco do primeiro e aparece na bobina num tempo igual a 2 t. É importante ressaltarmos que o surgimento do eco é um processo natural e ocorre devido a refasagem dos momentos magnéticos induzida pelo segundo pulso de RF. Podemos controlar o momento em que o eco irá surgir através dos tempos e de aplicação dos pulsos, porém a defasagem e refasagem será dependente dos tipos de tecido em questão. Abordaremos, ainda, a sequência de pulso gradiente eco, na qual poderemos manipular também a defasagem e a refasagem. A sequência de pulso spin eco se caracteriza pela aplicação de um pulso inicial de RF de 90°, seguido de um pulso de RF de 180°, como já descrito anteriormente. O intervalo de tempo t entre a aplicação destes dois pulsos irá determinar o surgimento do eco em 2 t. Chamaremos de tempo de eco (TE) o intervalo de tempo entre a aplicação do pulso inicial de RF de 90° e o pico do eco. O tempo entre sucessivos pulsos de RF de 90° é chamado de TR, ou tempo de repetição. Enquanto o TE determina o quanto de relaxação no plano longitudinal estará presente no eco, o TR estabelece o quanto de magnetização longitudinal se recuperou entre sucessivos pulsos de 90°.


Alessando A Mazzola (2009).
FORMAÇÃO DA IMAGEM
Codificação do sinal
A RMN só pôde se tornar útil como método de obtenção de imagens do corpo humano com o desenvolvimento da codificação espacial do sinal através do uso de gradientes de campo magnético, por Paul Lauterbur, em 1973, permitindo assim a codificação espacial do sinal. Lauterbur mostrou que, adicionando gradientes de campo magnético lineares e obtendo uma série de projeções da distribuição de sinal, seria possível reconstruir uma imagem através da mesma retroprojeção filtrada usada por Hounsfield para obtenção de imagens de tomografia computadorizada por raios-x7. O método foi aprimorado por muito outros pesquisadores, incluindo Peter Mansfield, o qual propôs também a sequência de pulso eco planar (EPI).
Gradientes de campo magnético Até aqui, consideramos que o campo magnético produzido pelo magneto possui um valor único e uniforme. Desta forma, se todo um volume de tecido, como o cérebro, for posicionado neste campo, e se um pulso de RF for enviado com valor de frequência exatamente igual à frequência de precessão dos prótons de hidrogênio, todo o volume será excitado. Os prótons de hidrogênio do volume como um todo receberão energia do pulso de RF e retornarão sinal para a bobina. Este sinal contém informação de todo o tecido cerebral, mas não possibilita que saibamos de que parte do cérebro ele provém. Como o objetivo é mapear uma imagem bidimensional (2D), é preciso estabelecer um método que possibilite a seleção de um corte do corpo para que, dentro deste corte, possa haver uma matriz de pontos organizada em linhas e colunas. Para cada elemento desta matriz (pixel) deve ser obtido o valor de intensidade de sinal, para que através de uma escala de tons de cinza ou cores possamos visualizar a imagem final. Com a introdução dos chamados gradientes de campo magnético, poderemos variar linearmente em uma dada direção a intensidade do campo magnético, como mostra a Equação:
Bz(Z)-B(0) +z.G, onde:
Gz: intensidade do gradiente aplicado (mT/m) na direção z; Bz(z): novo valor de campo magnético numa dada posição z.
O novo campo criado localmente com o acionamento do gradiente fará com que a frequência de precessão mude, ou seja, cada posição do tecido na direção de aplicação do gradiente atinja precessão em uma frequência diferente. A Figura 6, abaixo exemplifica o acionamento do gradiente.

A frequência poderá ser usada, agora, para localizar espacialmente o sinal. O acionamento de um gradiente de campo também altera a fase dos spins. Esta alteração é proporcional ao tempo que o gradiente fica ligado e amplitude do gradiente. Juntas, fase e frequência poderão fornecer informações espaciais do sinal. São necessárias três etapas para a codificação do sinal de forma a obter uma imagem de RM: seleção de corte, codificação de fase e codificação de frequência. Cada etapa representa o acionamento de gradientes em uma dada direção. Se o gradiente de seleção de corte for acionado na direção z, cada posição ao longo do eixo da mesa irá precessar com um valor diferente de frequência. Se este gradiente permanecer ligado, podemos enviar um pulso de RF com frequência central de precessão igual a da região que queremos excitar. Assim, dividimos o paciente em cortes axiais. Os outros dois gradientes (codificação de fase e frequência) serão acionados nos eixos que restaram (x e y ou y e x). Quando o gradiente de codificação de fase é acionado, alteramos a fase dos spins de forma proporcional à sua localização. Assim, um dos eixos do corte fica mapeado com a fase. É necessário acionar n vezes o gradiente de codificação de fase. Cada vez que é acionado, altera-se a amplitude do gradiente. No momento da leitura do sinal, o gradiente de codificação de frequência é acionado na direção restante. Desta forma, o segundo eixo do corte ficará mapeado em frequência. O gradiente de codificação de frequência também é chamado de gradiente de leitura. Podemos agora adicionar ao nosso esquema da sequência de pulso as etapas de codificação do sinal, como mostra a Figura 7.

Diagrama simplificado da sequência de pulso spin eco mostrando o acionamento dos gradientes de seleção de corte (GSC), codificação de fase (GCF) e codificação de frequência ou de leitura (GL). Sempre que um pulso de RF é transmitido (RFt) ocorre o acionamento de um gradiente de seleção de corte. Essa metodologia é usada atualmente para determinar as amplitudes e frequências (e, portanto, as posições) encontradas no sinal de RM (eco) coletado pelas bobinas. Alessandro A Mazzola (2009).
Domínio do tempo versus domínio de frequências: Fourier
O sinal coletado de cada corte está mapeado em fase e frequência. Ou seja, um sinal que varia no tempo, contendo diversas fases e diversas frequências, carrega informação sobre todo o tecido contido no corte. Por volta de 1807, o matemático francês Jean Baptiste Joseph Fourier, desenvolveu ferramentas analíticas para decompor uma função contínua em suas componentes oscilatórias e amplitudes. Este processo é hoje conhecido como transformada de Fourier (TF). Somente depois de coletar 64, 128, 256 ou mais ecos e armazená-los no chamado espaço K é que aplicaremos a TF para passar do domínio do tempo para o domínio de frequências, obtendo a imagem de RM. Uma descrição completa deste processo é apresentada por autores como Bracewell e Gallagher.
Espaço K
O espaço K não é um local físico no equipamento de RM, e sim um conceito abstrato que auxilia no entendimento de sequências de pulso modernas e metodologias de aquisição. É útil visualizarmos o espaço K como uma matriz. Cada linha desta matriz será preenchida com um eco. Podemos visualizar o espaço K na forma de uma matriz em tons de cinza. Cada ponto nesta matriz corresponde a uma intensidade de sinal (tom de cinza) e a uma posição no tempo, e representa a amplitude do sinal recebido pela bobina naquele dado instante. Os eixos de coordenadas (x e y ou ky e kx) deste espaço são, respectivamente, o gradiente de codificação de frequência e o gradiente de codificação de fase, como mostra a Figura 8. O preenchimento linha a linha do espaço K irá ocorrer à medida que o gradiente de codificação de fase na sequência de pulso variar sua amplitude. O número de codificações de fase pode, por exemplo, ser de 256, o que resulta no acionamento de 256 amplitudes diferentes para o gradiente de codificação de fase. Esta amplitude pode iniciar com o uso de um gradiente negativo com máxima amplitude, reduzindo gradativamente sua amplitude até zero e, a partir daí, acionando um gradiente positivo até atingir novamente a amplitude máxima, mas na direção contrária. Cada linha do espaço K será preenchida com um eco que foi codificado por uma amplitude diferente do gradiente de fase. Uma característica importante do preenchimento do espaço K, descrito acima, é que os extremos do espaço K serão preenchidos com sinal de baixa amplitude, pois o próprio acionamento do gradiente causa maior defasagem e redução do sinal. Já as linhas centrais do espaço K conterão sinal de maior amplitude, o que na imagem de RM resultará em contraste (preto e branco).
Formas de preenchimento
Cada sequência de pulso pode se utilizar de uma estratégia para o preenchimento do espaço K. A Figura 8 e 9, abaixo mostra um esquema representativo de algumas destas formas

Espaço K e a imagem de RM correspondente após a aplicação da transformada de Fourier bidimensional (TF 2D).

Esquema representativo das formas de preenchimento do espaço K. A diferença entre a forma cartesiana (a) e a cêntrica (c) é que, ao invés de iniciar o preenchimento por um dos extremos do espaço K, o método cêntrico inicia pela parte central. Alessandro A Mazzola (2009).
Ressonância Magnética funcional (RMf)
A ressonância magnética funcional é hoje uma técnica estabelecida e amplamente utilizada para o mapeamento da função cerebral. Em 1991, o artigo de Moonen, publicado na Science, apresentou técnicas de RM como angiografia, perfusão, difusão, transferência de magnetização e espectroscopia como técnicas funcionais de obtenção de imagens em seres humanos. Entretanto, a partir do trabalho de Ogawa em 1990, o termo funcional passou a ser aplicado somente para a técnica que será descrita a seguir. Exploraremos a RMf baseada no chamado efeito BOLD (do inglês blood oxygenation level dependent), ou dependência no nível de oxigenação do sangue. Em 1990, Ogawa observou que os vasos sanguíneos do cérebro de um rato eram originalmente pretos quando este respirava ar numa composição normal; entretanto, passavam a apresentar maior sinal na imagem de RM e perdiam o contraste com o tecido vizinho quando o ar que respiravam atingia uma concentração de 100% de oxigênio. Os autores perceberam que a mudança de sinal era causada por diferenças nas propriedades magnéticas do sangue. A hemoglobina sem oxigênio (deoxi-hemoglobina) apresenta efeito de susceptibilidade magnética em relação ao tecido vizinho. Já quando o rato respira 100% de oxigênio, o sangue venoso possui uma concentração bem maior de oxi-hemoglobina, deixando de existir diferenças em relação ao tecido vizinho (redução do contraste). Ogawa conclue que é possível utilizar este mecanismo de contraste para visualizar a função cerebral, pois acreditava que, quando ocorre uma ativação numa dada região do tecido cerebral, surgiriam pontos escuros na imagem uma vez que aumentaria o nível de deoxi-hemoglobina devido ao consumo de oxigênio. As propriedades magnéticas da oxi-hemoglobina e da deoxi-hemoglobina já haviam sido estudadas por Pauling e Coryell em 1936, onde relatam que o estado magnético da hemoglobina muda de acordo com o seu estado de oxigenação.
Em 1982, Thulborn e colaboradores, demonstram que o tempo de relaxação T2 do sangue é dependente da concentração de oxigênio. De fato o que passou a ser observado nas primeiras imagens feitas do tecido cerebral durante a realização de tarefas foi um aumento na intensidade de sinal nas regiões neuronais ativas e não uma redução. Este fato se deve a um aumento no fluxo sanguíneo arterial (oxigenado) bastante maior que o aumento de deoxi-hemoglobina local, causado pelo consumo de oxigênio.
Localmente é observada uma redução no nível de deoxi-hemoglobina e um aumento no tempo de relaxação T2. É a maior ou menor concentração de deoxi-hemoglobina que determina o contraste entre os tecidos. O efeito BOLD deveria ser chamado de dependência no nível de deoxigenação do sangue, uma vez que é a deoxi-hemoglobina que altera a susceptibilidade magnética. A oxi-hemoglobina é diamagnética e a deoxi-hemoglobina é paramagnética. Em 1992, Kwong, Ogawa e Bandetinni, assim como outros pesquisadores, publicaram trabalhos mostrando que era possível mapear mudanças de sinal nas imagens de RM e que estas mudanças estavam diretamente relacionadas com estímulos cerebrais produzidos em cérebros humanos. O físico inglês Michael Faraday, com os fundamentos que permitiram o desenvolvimento da física relacionada à RMN e à observação deste fenômeno, responsável pela Lei da Indução Eletromagnética (Lei de Faraday) em que uma força eletromotriz é induzida em um condutor quando um campo magnético em torno deste muda. Ao observar atentamente o conteúdo deste artigo, pode-se perceber que é devido à Lei de Faraday que se detecta a variação da magnetização do tecido através das bobinas receptores de um equipamento de IRM.
Mas qual seria a relação de Faraday com a RMf? Essa pergunta começa a ser respondida quando, verificando o trabalho de Ogawa de 1990, os autores fazem referência ao trabalho publicado por Thulborn em 1982, sendo que este faz referência ao trabalho de Pauling e Coryell, de 1936. Numa curta frase na introdução do trabalho de Pauling e Coryell, os autores mencionam experimentos de Faraday em 1845, investigando propriedades magnéticas de amostras de sangue seco. Faraday realmente investigou a resposta de diversos materiais quando colocados sob a ação do campo magnético, entre eles, o sangue fresco e o sangue seco. Relata que ficou bastante impressionado pelo fato do sangue não ser ‘magnético’, apesar de conter ferro. Relata, ainda, que se um homem pudesse ser suspenso com suficiente delicadeza e colocado sob ação de um campo magnético, o mesmo não seria defletido por este campo, permanecendo inalterado em termos do alinhamento com o campo externo. Alessandro A Mazzola (2009)
Efeito BOLD e o sinal de RMf
Uma região do córtex cerebral responsável pela função motora dos dedos da mão pode ser considerada em repouso quando o indivíduo não está realizando a movimentação dos mesmos. Neste momento, as concentrações de oxihemoglobina e deoxi-hemoglobina estão distribuídas de tal forma que o comportamento magnético da região é igual a todo tecido vizinho. A partir do momento em que os neurônios desta área forem ativados para que o indivíduo inicie a movimentação dos dedos da mãos, haverá um aumento no consumo de oxigênio local e um aumento no fluxo sanguíneo para suprir a região com oxi-hemoglobina. Como a quantidade suprida de oxi-hemoglobina é muito maior que o consumo para realizar a tarefa, a relação oxi/deoxi-hemoglobina aumenta na região. Esta redução na proporção de deoxi-hemoglobina (paramagnética) torna o tempo T2 local maior, causando aumento local no sinal de RM. Estes eventos que iniciam com o aumento da atividade elétrica e modulam a resposta neurovascular, alteram o sinal de RM no tempo e produzem a chamada função de resposta hemodinâmica.
A curva da figura representa a função de resposta hemodinâmica (FRH) para um voxel localizado na área motora descrita anteriormente.

Podemos considerar sete fases distintas: 1) linha de base; 2) queda inicial; 3) aumento do sinal BOLD; 4) pico do sinal BOLD; 5) redução do sinal BOLD; 6) queda posterior; 7) retorno à linha de base.
Durante a ativação neuronal, pode ocorrer um aumento na concentração de deoxi-hemoglobina, causando a queda inicial na FRH (fase 2). Logo a seguir, o aumento na relação oxi/deoxi-hemoglobina leva até o pico do sinal BOLD (fases 3 e 4) e pode se manter num platô se o estímulo for mantido por tempo suficiente. Após cessar o estímulo, o sinal retorna à linha de base (fase 7), podendo apresentar uma queda posterior (fase 6). Acredita-se que esta queda deriva de uma demora na normalização do volume sanguíneo regional em relação ao fluxo sanguíneo. Modelos biomecânicos vêm sendo criados e testados experimentalmente para explicar as alterações dinâmicas na oxigenação e no fluxo sanguíneo durante a atividade neural .

Figura 11
A implicação prática é que o efeito BOLD pode ser usado para detectar indiretamente o aumento na atividade neuronal no momento em que um indivíduo realiza uma tarefa em particular, comparativamente a outro momento quando a tarefa não é executada . A Figura acima resume a cadeia de eventos que criam o aumento local de sinal nas imagens ponderadas em T2* da sequência de pulso EPI-GRE (A sequência de pulso 2D EPI-GRE tem início com o envio de um pulso de excitação para a produção do SIL. Enquanto o SIL ocorre, uma série de ecos de gradiente é produzida usando os gradientes de codificação EPI de leitura e fase).
A forma mais simples de fornecer estímulos é em blocos, ou seja, alternando períodos de atividade e de repouso; porém, outras estratégias podem ser adotadas. Tal método, mais utilizado, consiste na apresentação de um estímulo ao paciente de forma alternada, como períodos de repouso. Com o uso da sequência de pulso EPI-GRE, é possível adquirir de 10 a 20 cortes com espessuras de 3 a 10 mm, que cobrirão todo o cérebro em tempos de aquisição de 1,5 a 4 segundos. Se utilizarmos um TR de 1500 ms, podemos obter 20 imagens coletadas em uma condição e outra do paradigma ou dos procedimentos que o paciente deverá efetuar durante a observação. A matriz de aquisição normalmente utilizada é de 64x64. A aquisição rápida permite que as alterações no sinal devido ao fenômeno BOLD possam ser detectadas de forma mais sensível e comparadas ao modelo em bloco. Estas alterações de sinal em equipamentos de 1,5 T são da ordem de 0,3 a 5%, o que se aproxima bastante do próprio ruído, tornando impossível a observação direta na imagem. Somente através da análise estatística pixel, é possível identificar os pixels na imagem que se correlacionam com o paradigma.
Os programas mais usuais de RM, no mercado, visam: • correção de movimento: busca realinhar os volumes adquiridos de forma que pequenos movimentos não atrapalhem a análise posterior; • aplicação de filtro de suavização: serve para reduzir o ruído das imagens, aumentando a razão sinal-ruído, porém reduzindo a resolução espacial das imagens; • modelamento com o paradigma e com a FRH: esta etapa cria a função do sinal no tempo esperada para área ativada e modelada com a função de resposta hemodinâmica; o mapa estatístico e estabelecimento do limiar de visualização: o modelo criado é comparado com o sinal medido pixel-a-pixel e um mapa estatístico é criado para cada corte, onde cada pixel neste mapa possuirá um tom de cinza ou de cor que expressa o grau de correlação entre o modelo e o sinal medido. A este mapa podemos atribuir um limiar estatístico, de forma que só sobrevivam os pixels acima de um determinado valor, aumentando a confiança de que aquele ponto é realmente uma ativação (Figura 11); • sobreposição em imagens anatômicas: como a resolução espacial da sequência de pulso EPI-GRE é baixa, o mapa contendo as ativações pode ser sobreposto numa imagem anatômica ponderada em T1 de alta resolução. Alessandro A Mazzola (2009)".
Como veem, durou-se tempos, entre a inicialização até a conclusão do que temos hoje como o equipamento RMN. No entanto esse aparelho, ao qual me refiro, deveria atribuir, mesmo que inicialmente, em frequencias eletromagnéticas referentes, cada nível, à uma determinada sensação que o orador estivesse sentindo, identificando essas variações, bem como transmitir à terceiros, através de um holograma, num ambiente externo ao corpo do individuo, porém próximo dele, por meios eletronicos mais avançados, como computadores fotonicos e quanticos, que cujas tecnologias já dispomos, sem que necessariamente exija um equipamento puramente biológico para o experimento. Pelos dados do dr. Andrew é possível identificar variações "diferentes" do cérebro quando em oração. Sugeri a possibilidade de que esse aparelho "filtrasse" ou "separasse" essas sensações "diferentes", segundo as imagens captadas no RMN e, conforme vimos, captadas diretamente proporcional ao fluxo sanguíneo do orador, e que essas imagens fossem estudadas distintamentes, das sensações normais do orador, considerando a hipótese ou fato de que essas "anomalias" possam ser a interação do Receptor da oração com o orador, e não somente uma revolução do cérebro, bem como de todo o corpo (no caso do equipamento hipotético), considerada normal ao individuo quando em oração.
Também levar em conta que outros sistemas do organismo, sendo a maioria, observados, mais recentemente, que operam distintamente do cérebro, especialmente os intestinos, não recebendo totalmente as ordens do cérebro para o seu pleno funcionamento.
Ainda há muito o que proceder nestas áreas e, paralelamente à estes estudos dos sistemas do organismo, estudaria essas possibilidades de transcepção entre o orador e o Receptor, sendo esse Receptor o qual o orador deseja comunicar-se. Para comprovar a hipótese de que tais "anomalias" são independentes do orador, deveria: executar várias orações equivalentes, desde uma mera oração desconcentrada à uma fervorosa oração com fé. Estudaria-as, todas, com afinco, a fim de que justificasse corretamente que não é apenas uma "anomalia" normal do corpo humano e sim de uma conexão transceptora. Assim, como exemplo: como capturar na corrente sanguínea, e no equipamento, as alterações do sistema endócrino, responsável pelos hormônios, assim como o sistema sensorial e seus receptores, em tempo real? Isso comprovado, passaria a fase de evolução do equipamento. Um aparelho de ressonancia magnética comum, dificulta uma oração concentrada para alguns individuos, pois o aparelho impossibilita esse procedimento em suas concentrações. Tem que ser um aparelho ressonante, cujas ondas varreria o orador e tivesse uma resposta instantânea de todo o interior e exterior do corpo deste orador, sem que o prejudique. De preferencia de forma bem sutil. E como dissemos, capaz de "separar" as evoluções anômalas no individuo e, principalmente, identificá-las, preferencialmente em "formas"... Essas observações poderiam ser, preferencialmentte apresentadas em hologramas que pudessem transmitir além do audio-visual, as sensações do orador, à terceiros. Com a evolução do orador com o Receptor, bem como do próprio equipamento, em sua hipersensibilidade, poderíamos distinguir a origem do Receptor, caso esse "permitisse" se "mostrar" ao nosso espectro visual (no holograma) bem como difundir suas emanações adaptáveis tanto ao orador com aos terceiros e expectadores. Para começar passaríamos a ter uma conexão exterior, sendo dessa Grandeza, neste universo ou em outros ou anversos e em uma determinada dimensão, repetindo, dessa Grandeza e que este Receptor poderia coexistir. Também como poderíamos esclarecer, por esse Receptor, que caso venha de Grandezas Superiores, havendo então, uma prova real, das Infinitas Grandezas entre o Alfa e o Omega, bem como nos esclarecer o Indeterminado. Observar que todas as Grandezas envolvidas encontram-se em dimensão 3D. O aparelho, mesmo com toda essa tecnologia, ainda não permitiria um aúdio-visual, muito menos as sensações, similares às reais capacidades do Receptor, pois bem sabemos que não estaríamos aptos à recebê-las devido sua Força desconhecida, apenas imaginada e mesmo nem isso, mas que esse Receptor poderia adaptá-la ao nosso organismo. Poderia até reproduzir, em ondas eletromagnéticas, que os computadores pudessem reproduzi-las nos hologramas, sua imagem, som e sensações emanadas, de forma surpreendente aos nossos sentidos, em seus limites, visando ser agraciado com as mais indiscritíveis emoções.
Também, com os avanços da iteração entre orador e Receptor, este último poderia descrever não só a sua "forma" conforme nosso espectro visual, mas "apresentar seus domínios ou ambientes", dando-nos um referencial relativo do seu espaço.
Devemos considerar que as Grandezas estão sobrepostas umas às outras, entre o Alfa o Omega, em distancias praticamente infinitas entre si, de forma que deve haver a "adaptação" do gigante aos nossos olhos, considerando que o Receptor encontra-se em Grandezas Superores e não Inferiores. Não poderíamos, simplesmente, ser lesados, com falsas informações. Pois crendo que há uma enorme diferença intelectual e de capacidade generaliza entre o orador e o Receptor, deveríamos poder prever, pela própria fé do orador, pois o mesmo a está executando com essa força comum a nossa espécie, um ato esplendido de amor, que Criaturas superiores (superiores mesmo e não próximas quanto aos Pleiadianos, Greys, Reptilianos, etc), não omitiriam ao orador certas informações, visando interesses escusos (?). Enfim, muitas respostas nos viriam, mas muitas mesmo... Por exemplo, se confirmadas as diversas Grandezas, um Receptor de uma Grandeza 10 vezes mais elevada que a nossa, em dimensão 3D mesmo e que os espectrógrafos anteriormente dimensionados, mesmo "turbinados" pelos transportadores espaço-temporais, levaria uma infinidade de tempo para lá chegar, necessitando substituir sempre os viajantes (supondo salvar o trajeto iniciado e conduzido pelos viajantes anteriores e iniciar de onde parou), devido suas impossibilidades da idade, visando atingir esses limites praticamente impossíveis e que havia referido em blogs anteriores efetuar essas viagens crescentes, em Grandezas superiores, facilmente. Neste caso o fator tempo deixa de existir, pois o processo ocorre de forma contrária, não sendo o viajante indo de encontro à Grandeza, com espectrógrafos, numa projeção astral (com a pequena velocidade de 25 vezes a velocidade da luz), mas sim, estabelecida a conexão entre o orador e o Receptor, é Este quem vem de seu "Lugar", até o orador de forma instantânea e acessível, em velocidades desconhecidas, ainda.
02 fórmula possíveis de descrever o tamanho proporcional de um determinado "ser" em sua Grandeza e cuja conexão com o Receptor depende da variação da velocidade em função de sua distância (nesta ou em outras Grandezas) e limitações do nosso próprio organismo e suas saturações.
As expressões são descritas abaixo:
(1) TPG1= n. VO.fG.e(elevado a (X1))
(2) TPG2=n. VO.fG.(log(X2))
onde X1=z1.C
z1= extensão da Grandeza Crescente (em milênios -luz tendendo a crescer)
C= velocidade da luz
onde X2= - z1.C
- z1 = extensão da Grandeza Decrescente (em segundos, tendendo a decrescer)
C = velocidade da luz

Onde: TPG1 = Tamanho Proporcional na Grandeza Crescente em relação à nossa Grandeza
(função exponencial crescente)
n= número de vezes da Grandeza (maior ou menor em relação a nossa)
VO= Velocidade da Oração =Log (X -base 10) onde x=t.C (tempo relativo. velocidade da luz) - curva logarítmica)
fG = fator de Grandeza
TPG2 = Tamanho Proporcional na Grandeza Decrescente em relação à nossa Grandeza (função logarítmica decrescente)
Gráfico de VO

O resultado é que haveria um ponto limite ou de inflexão nas funções que, exemplo similar às Grandezas e capacidades do corpo humano, na química denominamos de coluna de enchimento e é dada pela figura abaixo:

Também no magnetismo, encontramos similaridade nas curvas de Grandezas e capacidades humanas, no que denominamos de curva de magnetização ou histerese devido a saturação do Fe, por onde percorre o fluxo magnético. No caso, o corpo humano. Vide figura:

Podemos variar o ponto de saturação, variando a curva, amortecendo-a, variando as funções exponenciais e logarítmicas, porém com um "ganho" não suficiente para adentrar em todas as Grandezas que se fizer necessário, limitando as atribuições em nelas se instalar, exceto se houver a contribuição do Receptor. referendado de uma determinada Grandeza, à priori, inalcançável.
Vale ressaltar que apenas estamos dando a "forma" de um determinado "SER" ou "Receptor" numa determinada Grandeza X, seja Crescente ou Decrescente. E isso se fosse o caso de irmos ao seu encontro, o que torna no sentido crescente (ou exponencial) impossível uma aproximação, a começar pela diferença descomunal em proporções física, além de um tempo praticamente impossível de ser realizado. O objetivo das formulações é identifica-lo, especialmente em seu aspecto físico real em relação ao nosso, ou sua Grandeza em relação à nossa. Como descrevemos, havendo na oração a conexão ou a transcepção é o Receptor que vem ao orador em dimensões tangíveis à nossa Grandeza, e num tempo praticamente instantâneo, segundo a hipótese de observá-lo pela máquina a desenvolver, baseada em RMN com separações e reagrupamento das imagens do orador e do Receptor. Bastar observar que para o Receptor em relação ao orador a sua curva é logarítmica e decrescente e assim se manifesta, pelo Indeterminado, em tempo reduzido.
É uma máquina não difícil de construí-la, especialmente, pelos especialistas que envolvem esses segmentos, tendo em vista que as técnicas apresentadas na descrição do físico Alessandro, implicariam a teorias da RMN ser a base construtiva dessa máquina, onde novas teorias e concepções passariam a compô-la para seu real funcionamento. A Kirliangrafia, no aspecto exterior, poderia, sob certa ótica, combinada com a "RM avançada", vir até contribuir para a concepção dessa máquina, já que envolve todo o individuo, tanto internamente como externamente.
E quanto ao PET CT com Gálio-68? Deveríamos ter que induzir tumores endócrinos para aflorar os hormônios? Ou podemos fazer a avalição em tempo real dos hormônios do orador com seu Receptor, estando estes hormônios possivelmente aflorados?
Devemos também considerar que programas como Photoshop, Excel, Power Point, etc., permitem a separação de imagens, bem como o reagrupamento destas. Na verdade em imagens estáticas, na maioria, permitindo por certos programas instituir-lhes movimento, mas não o que estaria acontecendo em tempo real no orador. Pior, em sua maioria absoluta, imagens frias e imateriais.
Estamos próximos à construir uma máquina que avalie o individuo integralmente e em tempo real, considerando até a possibilidade da avalição do seu genoma sob esta condição.
Está bastando investimentos para que tal máquina não se dedique apenas às questões médicas.
Também em função das observações dos vários tipos de oração observadas inicialmente nos oradores (numa amostragem) e seus respectivos Receptores, determinar as faixas de frequencias emanadas por estes, até os nossos limites organicos, e estabelecer essas diversas frequencias, dentro de um limite comum aos homens, sejam quais forem suas naturezas, ou numa tabela, onde essas frequencias se irradiariam do holograma, tanto ao orador como aos expectadores, próximos e distantes deste orador e seu Receptor, já desagrupados pela máquina, e estabelecidos numa forma num holograma, com a técnica “photophoretic-trap volumetric display", ou algo mais avançado como o Blue Beam, fazendo-os, além de vê-los e ouvi-los, e sentirem as sensações emanadas pelo Receptor ao orador, bem como os seus aromas.
Deveria associar todas essas técnicas, de forma que, observasse integralmente o orador com o seu Receptor e monitorá-los, dissociando as camadas ou layers, tanto de um como de outro, em movimento e em tempo real, utilizando de computadores velocíssimos e potentes para objetivar tal fim.
Quanto aos efeitos da oração, sugerido no texto anterior, de que a Matrix, distribuiria a curto ou longo prazo, suas "graças", ou não, podendo mesmo serem divinas, quanto a isso também passaríamos a ter comprovação do processo, com antencedencia e consequentemente nossa evolução capacitiva explodiria em conhecimentos.
Outrossim, de suma importância, foi até o momento ter considerado somente o fato do Receptor vir diretamente ao orador de sua referida Grandeza, reduzindo-se em tamanho e proporções à nossa Grandeza. Vale salientar que o Receptor pode influenciar seus assessores ou interlocutores, em Grandezas subsequentes à sua, até o assessor dessa Grandeza chegar ao orador, sempre pelo Indeterminado, estando este em dimensões proporcionais à nossa Grandeza e que apesar de reportar instantaneamente as mensagens do Receptor ao orador, não seria o próprio Receptor.
Estaríamos, neste caso, instituindo a Matrix desde a oração na conexão do orador com seu Receptor, bem como uma improvável comunicação "física" entre as Grandezas, impossibilitando tanto nossa ida à Grandezas Superiores, assim como o Receptor não poderia "decrescer" e se "conectar" diretamente com o orador, mas sim pelos assessores em grandezas abaixo da Dele. Bem, isso foge aos nossos conceitos em "conversar com o(s) Alto(s)" . Segundo nossos princípios, quando oramos conectamos diretamente com o Receptor e é dele a "vozinha" ou "mensagens" que nos enche a cabeça e não por seus interlocutores. Ou estamos enganados diante desse pressuposto?
Sabemos que os efeitos da oração, positivos ou negativos, advém da Matrix multiuniversal, através desses interlocutores e demais colaboradores, ao orador, rapidamente ou demoradamente, inclusive. Porém, dizer que a oração se procede, também, através desses interlocutores do Receptor, tanto na sua "ida" como na sua "volta", significa dizer que estamos fadados, à nos limitar nessa Grandeza, sem conexão direta com outras Grandezas, mesmo considerando a velocidade inconcebível da oração, nosso mecanismo mais veloz em encurtar distancias. Seria isso um fato?
As imagens registradas na "máquina" seriam de um "ser" desta Grandeza, estando este em comunhão, com vários interlocutores, ou "seres" de Grandezas superiores até que que se chegue ao Receptor, numa determinada Grandeza, de forma velocíssima e instantânea? Enfim não havendo conexão direta da nossa Grandeza com a do Receptor, devido a diversos fatores, mas principalmente o de proporções físicas? Um paradoxo: oramos com DEUS...sem DEUS...?
Estaríamos diante do fenômeno, mais uma vez, de que estaríamos "conversando" com o Receptor, mediante um dos seus inúmeros "interlocutores", sendo o último, um "ser" desta Grandeza e crer, pela Fé, que seja este, a representação do Receptor. Acabamos no círculo vicioso da fé...
Com o negar essa nova evidência? Como provamos pelo gráfico logarítmico, para o Receptor chegar de sua Grandeza à nossa, o tempo é curto e possível. No entanto o Mesmo deveria regredir em proporções físicas de acordo com a nossa Grandeza e Universo 3D. Talvez seja isso possível para Ele, mas é bem provável que haja canais interlocutores, como citamos. Essas perguntas só seriam respondidas ao "SER", identificado e interagido pela "máquina".
E seria possível crer em suas palavras, sem que seja pela Fé?
Todos os estudos dos equipamentos e aparatos desenvolvidos até aqui seguem os critérios da Lógica, da Analógica e do Empirismo.
Muitos diriam que seria o fim da jornada humana, em sua busca, dispondo desses recursos. Eu diria que seria só o começo de uma jornada sem fim...
A Rede que Capturou o Gladiador, a Fera...
Depois de vislumbrar um DEUS / em suas propriedades / delineando em Grandezas / com Universos e Anversos / e suas Dimensões, envoltos num Indeterminado Eis-me aqui, invalidado / nessa minha pequenez / tentando alcançá-Lo com pretensões... em vida / com aparatos e artefatos inconsistentes para esse fim Mas eis que agora eu tenho / outra exímia bugiganga/ que pode realizar esse sonho tão incrível / mas tem limites próprios, / além dos meus Mesmo assim eu tentarei, / não aceitando a derrota, / e vivendo feliz, mesmo sendo o que sou: um mero homem feito à imagem desse DEUS que eu sou.

OUTRAS BUGIGANGAS MAIS SIMPLES...
No momento, estou trabalhando em meu protótipo de robot, comandado por voz e por brain waves, como distração. Estou tendo alguns sucessos.
Que tal uma nova forma da natureza, em produzir energia, aqui mesmo e presente em nosso planeta, a qual podemos utilizá-la beneficamente, tal como o Quantum do Vácuo nas pirâmides?! Poderia vir a somar sim!
Pois sim, poderia aproveitar as fossas abissais, ou as menos profundas, mas com pressão suficiente para produzirem eletricidade através dessas pressões nas cerâmicas piezoelétricas, do tipo PZT, em especial, agrupadas em painéis ou algo similar, encapsuladas com uma película polimérica que as isolaria da água, em todos os oceanos e mares do planeta, contanto que produza muita eletricidade, levando-a à superfície por cabos isolados e blindados.
Essa produção de energia elétrica, por efeito piezoelétrico, seria constante, pois a pressão abissal é constante e estável, não havendo necessidade de acumuladores, em certos períodos do dia, para mantê-la, exigindo apenas uma certa proximidade dos inversores de tensão e frequência (devidamente blindados e sujeitos às pressões em níveis submersos mais à superfície), aos transdutores, devido as quedas de tensão, para a conversão CC em CA, e posterior elevações da tensão, em trafos dentro (blindados) e fora das águas (já em solo) de acordo com as características de cada país.
Obviamente que seria uma produção de energia com custo muito inferior ao das pirâmides (que utilizei técnica similar na captação do Quantum do Vácuo), mas não que efetivasse os mesmos efeitos que à elas foram sugeridas em meu blog 1. Submarinos robôs instalariam as "placas" nas profundezas ou até onde é necessária o exercício das pressões nestas placas submersas e técnicos mergulhadores manteriam o sistema operante. Sistema, este, não só interligados entre as unidades geradoras nos oceanos e mares, como interligadas aos sistemas de potencia elétricos, confiando-o, aos existentes em terra, bem como aos que virão a ser construídos.
Estas "placas" dessas unidades geradoras, seriam instaladas sobre batentes ou pilares nos pisos das plataformas, e, nas profundezas, em alto-mar, mantidas por cabos ligados à boias, na superfície, com capacidades para que essas boias sustentem-se sob furacões e tufões, além de um sistema de boias na parte debaixo para forçar as placas metálicas aos transdutores cerâmicos, porém mantendo o empuxo da instalação e "criar" a tensão VCC e uma interligação submersa, entre outras unidades geradoras, visando sua permanencia estática, bem como não atrapalhando o tráfego naval superficial além do tráfego submarino, inclusive. Ou seja, de trechos em trechos haveria aberturas nestes "estádios" de placas que permitiriam que os animais submarinos trafegassem em sua parte superior e inferior, inclusive baleias e outros maiores. Quanto aos submarinos, estes só emergiriam (caso estivessem na parte inferior das placas) em pontos específicos, conforme suas rotas.
Certamente que essa produção submarina de energia elétrica seria algo muito grandioso, considerando a extensa área de águas no planeta e que poderia ser uma boa solução para os problemas do mundo e, que também é uma produção de energia limpa.
É bem provável que essa tecnologia já tenha sido pensada e estudada por outros, mas
não é do meu conhecimento e, portanto tento teoriza-la.
Assim como uma roupa adaptável tanto ao inverno rigoroso como ao escaldante verão?! Microtubos poliméricos, flexíveis e resistentes às temperaturas, percorrendo toda a extensão do vestuário, em serpentinas, conduzindo o gás refrigerante desde os pés até o capuz na cabeça, por meio de dois pequenos motor-compressor herméticos de material leve, movido por pequenas baterias e instalado próximo aos calcanhares (de forma que não impedisse o caminhar do indiviuduo devido ao peso), cujo condensador ficasse por trás das panturrilhas, formando 02 circuitos ou um ciclo de Carnot por unidade.
Ou duas resistências (mais ideais), isoladas do corpo, como do vestuário, fariam esse serviço nos dois circuitos. O acionamento seria devido à um termostato (ou termopar apropriado) com controle eficaz da temperatura corpórea. Em contraposição, no inverno, esses resistores conduziriam o ar quente, através das serpentinas, no vestuário e seria alimentado por 01 pequena bateria; por conjunto. Da mesma forma, um termostato (ou termopar apropriado) manteria o controle da temperatura corpórea em níveis normais. Em ambos os casos o ciclo de Carnot se produziria eficientemente.




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